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Paralisação

Trabalhadores de empresas factoring fazem paralisação de advertência

Profissionais pedem 5% de aumento real, piso salarial de R$ 1,1 mil e um abono assiduidade de R$ 1 mil

Por Redação Engeplus

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Foto: Douglas Saviato

Profissionais fizeram uma paralisação de advertência nas três maiores empresas factoring de Criciúma. Cerca de 40 profissionais pararam as atividades por uma hora no início desta terça-feira. O motivo desta paralisação, segundo o diretor do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Criciúma, Edgar Generoso, é referente ao não acordo entre a categoria patronal e os trabalhadores, que reivindicam 5% de aumento real, piso salarial de R$ 1,1 mil e um abono assiduidade de R$ 1 mil.

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“Estas reivindicações foram pedidas em novembro do ano passado e até o momento não tivemos nenhuma resposta do sindicato patronal”, afirma. As empresas que estão paradas são: Credisa, Macrede e GPA. Segundo Generoso, estas empresas concedem crédito para empresas com dificuldades financeiras. “Esse movimento é como se fosse um aquecimento para uma possível paralisação”, completa.

Conforme o presidente do Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil do Centro-Sul de Santa Catarina (Sinfac-Sul), José Carlos Cardoso Antunes, as negociações são feitas, no entanto, o que atrasou as tratativas foi o código sindical. Criciúma ainda não conta com seu código sindical. De acordo com Antunes, foram duas publicações no Diário Oficial da União, mas o documento ainda precisa de reparos. Atualmente, o sindicato utiliza o documento de Blumenau.

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“Estamos conversado com a categoria e, inclusive, vamos nos reunir no fim desta semana com os profissionais. Há cerca de 20 dias nos reunimos e essas reivindicações são todas negociadas”, afirma. O presidente ainda considera o ato de paralisação como irresponsável.

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