Trabalhadores do arroz analisam proposta e greve pode ser deflagrada nesta sexta-feira
As assembleias para apreciação e votação da proposta acontecem nesta quarta-feira
Por Redação Engeplus
1 min de leitura
Após entrarem em estado de greve no começo de junho, os empresários das indústrias do arroz da região apresentaram uma nova proposta aos trabalhadores. A proposta é de um aumento geral de 9,50% retroativo a 1º de maio, que é a data base da categoria, e R$ 620 de abono pago no retorno das férias.
As assembleias para apreciação e votação da proposta acontecem nesta quarta-feira, dia 25, nas cerealistas Realengo e Coopersulca, de Turvo, Rampinelli, de Forquilhinha, Arroz Migra e Célia, de Meleiro, e na Cooperja, de Jacinto Machado.
Os trabalhadores reivindicam 8% de aumento real, o INPC do período e abono de férias de R$ 800, além de melhorias nas condições de trabalho. Conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Criciúma e Região (Sintiacr), Célio Elias, a proposta será levada aos trabalhadores, que irão decidir se aceitam ou não.
“Se for rejeitada pela maioria pararemos as atividades nesta sexta-feira”, adianta. Ao todo, são aproximadamente 1.3 mil trabalhadores atuando em cerealistas nas cidades de Forquilhinha, Meleiro, Turvo, Jacinto Machado entre outras.



