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Trabalhadores em saúde retardam atendimento em hospitais

Por Redação Engeplus

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Foto: Fotos: Maristela Benedet

Os trabalhadores dos hospitals receberam a resposta não a 40 cláusulas da pauta de reivindicação do Acordo Coletivo de 2012 e, no dia 31 de outubro, deflagraram estado de greve. Todos os pedidos foram negados, inclusive o de 10% de aumento geral e 15% para quem ganha menos de R$ 1,2 mil.

Eles iniciarão a paralisação nos hospitais São José, São João Batista e na Unimed de Criciúma e hospital Regional de Araranguá nesta segunda-feira, dia 5, e terça-feira, dia 6 de novembro, durante a troca de plantões: 7 horas, 13 horas e 19 horas, retardando a entrada das atividades em cerca de 10 minutos. “É hora de mostrar a força e união que temos, não se trabalha “por amor e gratidão” como dizem os patrões, nós trabalhamos pelo respeito à nossa vocação ajudando a salvar vidas e, para garantir as condições de sobrevivência para nós e nossas famílias, porque sem os nossos salários não temos como suprir nossas necessidades básicas. Infelizmente, na nossa categoria ter uma vida digna está cada mais difícil pela desvalorização de nossa profissão, fato que está gerando falta de mão-de-obra porque a grande maioria está migrando para outras profissões onde são mais valorizados”, explica Cleber Ricardo Candido, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e região (Sindisaúde).

O piso salarial da saúde é de R$ 668,36, sendo o menor entre o vestuário, mineiros, alimentação e asseio e conservação.

Colaboração: Maristela Benedet

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