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Cabeça erguida

Tricolores pedem cabeça erguida e bola para frente

Derrota para o Palmeiras serve de lição para a sequência do Campeonato Brasileiro

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Marcelo de Bona

A derrota para o Palmeiras já faz parte do passado no estádio Heriberto Hülse. Para os meio campistas Serginho e Ricardinho, o tropeço em casa na estreia ficou de lição para a sequência de jogos do Tigre do Campeonato Brasileiro.

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De acordo com os jogadores, o momento é de erguer a cabeça e buscar a recuperação no Brasileirão. “Fomos prejudicados, a penalidade para mim foi clara. Poderíamos ter matado o jogo. Mas agora é bola para frente, até porque é início de competição. Foi criada uma expectativa muito grande para esse jogo. A nossa equipe, no meu modo de ver, foi muito bem. Já teve uma evolução muito grande em relação à última partida do Campeonato Catarinense. Temos que erguer a cabeça porque fizemos uma boa partida”, avalia Serginho.

“Sinceramente, até hoje não consigo entender o porquê não foi marcado aquele pênalti. Isso com toda a quantidade de árbitros que temos. Estão sempre próximos das jogadas. Eu estava próximo ao árbitro, e pra mim foi muito claro. Ainda existia o árbitro atrás do gol. Foi um sentimento de revolta nosso. Mas já passou, infelizmente não tem como voltar atrás e temos que pensar no próximo jogo”, completa Ricardinho.

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Para a dupla de meio campo do Tigre, independe da interferência da arbitragem, a forma como a equipe tricolor sofreu a virada para o Palmeiras nos minutos finais também serve de lição para os próximos jogos do Brasileirão. “Não podemos tomar dois gols dentro de casa, da forma como tomamos. Quando estávamos bem na partida, impondo um ritmo bom, e muitas vezes pressionando a equipe deles. Mas o futebol é isso, temos que estar ligados durante os 90 minutos, para não sermos surpreendidos. Serve de aprendizado para não deixarmos mais acontecer, principalmente nos jogos dentro de casa”, aponta o volante Serginho.

Ricardinho também reconhece o vacilo na marcação, no lance que originou o segundo gol do alviverde paulista. “É algo que temos que nos cobrar internamente. Não podemos deixar, de forma alguma, acontecer uma situação como aquela, em que o (Alan) Kardec ficou sozinho. Sabemos onde foi o erro, mas dentro do vestiário vamos conversar para que isso não aconteça mais”, garante o jogador.

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