Tristeza e
Tristeza e falhas na eliminação do Criciúma
Por Redação Engeplus
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Ótimo no primeiro turno, medíocre no segundo, o Criciúma sucumbiu a Chapecoense, Joinville e Avaí. Termina o Campeonato Catarinense em quarto lugar e despede-se com uma campanha ruim: oito vitórias, quatro empates e onze derrotas em 23 jogos.
Um erro defensivo foi novamente determinante. O gol de empate da Chapecoense, neste domingo, surgiu de um rebote, praticamente um passe do goleiro Márcio Angonese para o artilheiro Bruno Cazarine. Daí, a derrota por 2 a 1 foi questão de tempo.
"Precisamos reconhecer que não fizemos por merecer algo melhor. Oscilamos muito, aí não dá", avaliou o meia atacante Michel Neves. "É triste terminar assim. Uma pena", lamentou o volante Basílio. Para o atacante Paulo Mattos, é necessário trabalhar para corrigir erros. "Temos que trabalhar firme. Nossos jogadores não são limitados. Precisamos de um trabalho mais forte".
Mesmo com grandes defesas ao longo dos 90 minutos em Chapecó, o goleiro tricolor foi novamente pivô da derrota. "Precisávamos de uma postura diferente quando abrimos 1 a 0. Precisamos de maior consistência defensiva, o time mudou muito o tempo inteiro, aí não tem padrão", analisou Angonese.
O atacante Zulu e o volante Edivânio não quiseram conceder entrevistas na saída do gramado do Índio Condá. O técnico Leandro Machado poderá escalar um time misto na despedida do Estadual, no próximo domingo, no Heriberto Hülse.



