Túnel do
Túnel do Morro Agudo em fase de testes
Por Redação Engeplus
2 min de leitura

O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) iniciou os testes de tráfego de forma gradativa no túnel do Morro Agudo, obra integrante da duplicação da BR-101 Sul. O trecho está no KM 257, tem extensão de 1.014 metros e custou R$ 62 milhões. Conforme informações do Dnit, o túnel será operado com sistema de controle automatizado.
Nesta terça-feira, o tráfego foi liberado das 14 horas às 16 horas. Amanhã, quarta-feira, será das 14 horas às 17 horas. Na quinta-feira das 14 horas às 18 horas, e na sexta-feira haverá uma avaliação dos testes feitos durante a semana para liberar definitivamente o trecho.
Os sistemas que estão em teste no túnel do Morro Agudo são:
• Sistema de supervisão e controle de tráfego: telefonia de emergência, monitoramento das condições ambientais do túnel (ventilação e iluminação), monitoramento de imagens (três câmeras coloridas com sistema de captação e análise de imagens à distância e 10 câmeras fixas, instaladas a cada 100 metros no interior do túnel), Painel de Mensagens Variáveis – PMV (avisos dinâmicos, através de mensagens eletrônicas sobre acidentes, obras, ventos, chuvas, neblina, tipo de operação, apresentação em horários programados)
• Monitoramento e controle de segurança: detecção de incêndio no interior do túnel, nas salas da subestação e do prédio de apoio administrativo/operacional
• Monitoramento e controle de iluminação e ventilação
• Sonorização do túnel (megafonia)
• Sinalização de evacuação de emergência
• Monitoramento e controle da rede de hidrantes e detecção de acesso aos extintores manuais de incêndio
• Cancelas, semáforos e balizadores de tráfego
• Sistemas de vigilância e segurança patrimonial
• Centro de controle operacional: sistema de gerenciamento do túnel que concentra todas as ferramentas necessárias à manutenção da segurança, fluidez e controle das condições de tráfego do sistema
• Sistema de energia: constituído de três fontes independentes de alimentação (um gerador a diesel, um sistema de no-break e dois transformadores de distribuição a seco) para garantir a continuidade do fornecimento de energia elétrica aos diversos sistemas do túnel
Colaboração: Maira Gonçalves/Comunicação Enecon/DNIT-SC



