Criciúma
Uber se defende da acusação de taxistas
Presidente do sindicato afirmou que serviço se prestará para apoiar tráfico de drogas
Por Redação Engeplus
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O presidente do Sindicato dos Taxistas de Criciúma afirmou que, ao entrar em operação na cidade, o Uber vai colaborar para “aumentar as formiguinhas do tráfico”. Claudecir Batista entende que o serviço se prestará para “ajudar o tráfico de drogas”.
Em resposta, um dos parceiros do Uber em Criciúma, Jonathan Corrêa Becker, afirmou que o sindicato tem o direito de dever seu ponto de vista perante à concorrência, mas deve fazê-lo “com equilíbrio e conhecimento de causa”. “Todas as corridas são registradas a partir do aplicativo. Traficante não vai pagar corrida com cartão de crédito”, rebateu Becker.
Sobre a projeção de Batista, que os atuais 135 táxis nas ruas sofrerão forte redução a partir da chegada do Uber, Becker argumentou que “não existe mais reserva de mercado em profissão alguma, mesmo nas que exigem formação superior”.
O representante do Uber bate na tecla, ainda, da resistência dos taxistas tradicionais à modernização. “É previsível essa posição defensiva, mas o serviço de táxi enfrenta dificuldades por não se modernizar”, reforçou. Becker defende que hoje não há concorrência, configurando um monopólio negativo para a economia no transporte individual de passageiros. “No Uber, quem está no controle é o usuário, o cliente. Se o motorista for mal avaliado, está automaticamente fora. No táxi, isso não existe, bem como a checagem de antecedentes criminais”, completou.



