Um ano
Um ano após o caos
Por Redação Engeplus
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Há exatamente um ano, Criciúma estava debaixo d’água. A calamidade provocada pela maior precipitação de água do ano inteiro de 2011 acarretou grandes problemas a mais de 20 bairros da cidade.
Conforme levantamento resgatado pela Diretoria Executiva de Comunicação da prefeitura de Criciúma, no intervalo de apenas 12 horas ficou registrado volume de 183 milímetros de chuva entre os dias 18 e 19 de janeiro de 2011 – enquanto que nesses 18 primeiros dias de janeiro de 2012 choveu o volume acumulado naquele dia.
A força da água afetou a população direta e indiretamente: mais de 2 mil pessoas ficaram desalojadas e cerca de 250 desabrigadas, tendo de ser deslocadas para abrigos municipais. Muitas famílias perderam a moradia e áreas da cidade tiveram deslizamentos de terra.
De lá para cá, elenca a coordenadora da Defesa Civil, Angela Mello, com o aprendizado com uma das maiores cheias da história da cidade, foram tomadas medidas preventivas como a construção de piscinões, o alargamento da ponte sobre o Rio Criciúma na Avenida Luiz Lazzarin, a construção do Canal Auxiliar e o desassoreamento dos rios que cortam a cidade de Criciúma. Palestras educativas nas escolas municipais, estaduais e universidades também ajudam na orientação como forma de prevenir outras catástrofes no que se refere à educação ambiental e hábitos conscientes no destino do lixo doméstico.
Previsão climática trimestral para SC - Conforme informações do boletim climatológico da Epagri/Ciram, a previsão para o primeiro trimestre de 2012 é de clima seco com chuva abaixo da média climatológica e mal distribuída no Sul do Estado. Nestes três primeiros meses do ano, a média mensal deverá ficar entre 150 e 240 milímetros.
Colaboração: Decom



