Campeonato
Uma arena e Série B até 2025, sonhos do Tubarão
Time é o segundo representante do Sul do Estado na elite do Estadual, ao lado do Criciúma
Por Redação Engeplus
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O Atlético Tubarão não subiu por subir para a Série A do Campeonato Catarinense. “Nosso projeto é para 40 anos. Agora, queremos nos firmar na elite e até 2025 estar na Série B do Campeonato Brasileiro”, aponta o advogado Luiz Henrique Ribeiro, presidente do clube. “Somos um grupo de investidores, com um modelo de gestão semelhante ao do Criciúma, e temos apoio de empresários da região também”, explica, citando de onde vem os recursos para manter o time.
Vice-campeão da Série B estadual, o Tubarão entrará na elite em 2017 com um time jovem, mesclado por alguns experientes. O principal deles é o atacante Renteria, colombiano que já rodou por diversos clubes no Brasil e Exterior. “O Rentería faz o Catarinense conosco e depois, certamente, vai jogar o Brasileirão por alguma equipe. Ele tem qualidade”, enfatiza o presidente.
Buscando reforços
O Tubarão está definindo duas contratações junto ao Grêmio, um deles é o atacante Marcos Paulo, e três jogadores que serão emprestados pelo Internacional, um deles o goleiro Jacson. O time terá uma folha de pagamento de aproximadamente R$ 150 mil, e aposta novamente no técnico Marcelo Mabília. “Não tenho dúvida que, em médio prazo, o Mabília vai ser um dos grandes técnicos do Brasil”, enfatiza o presidente.
O time mandará suas partidas em 2017, mais uma vez, no estádio Domingos Gonzales. “Estamos melhorando o estádio, estamos instalando três conteineres para cabines de imprensa, camarotes e outras repartições”, informa Luiz Henrique. Mas o presidente revela outro projeto do Tubarão. “Está nos nossos planos uma arena para o Tubarão no futuro. Nosso atual estádio tem um impasse jurídico da sua posse, entre a União e o município, e nós estamos apenas dando manutenção”, explica.
Contra a Chapecoense
A estreia do Atlético Tubarão no Campeonato Catarinense promete muita emoção. É que a partida do dia 29 de janeiro será justamente no Domingos Gonzales, contra a Chapecoense. “Quis o destino que fosse assim. O último jogo que o presidente Delfim (Pádua Peixoto Filho, da Federação Catarinense de Futebol) assistiu foi a nossa decisão da Série B contra o Barroso, e um dos primeiros jogos da Chapecoense após a tragédia será contra nós, também aqui”, lamenta o dirigente. A temporada de treinos começa no dia 2 de janeiro, quando a delegação parte para um período de treinos em Bento Gonçalves, na serra gaúcha.



