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Uma maratona para a história do Criciúma

Serão dez jogos em fevereiro, quase um recorde. Em novembro de 80, Tigre jogou 13 vezes

Por Redação Engeplus

3 min de leitura

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Foto: Reprodução / Revista Placar

O Criciúma vive, neste fevereiro, a segunda maior maratona da sua história. Iguala outubro de 1980, outubro de 1992 e novembro de 1992. Em cada um desses meses, foram dez partidas, a exemplo do que ocorrerá agora, fevereiro de 2017. Porém, desta vez o espaço de tempo é menor, já que os dez confrontos concentram-se em um espaço de 23 dias. Mas ficará a três jogos de um recorde ainda mais pesado. Em novembro de 1980, quando ainda vestia camisas azuis, o Criciúma disputou 13 jogos.

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A atual maratona começou no dia 2, com os 4 a 0 frente ao Brusque, fora de casa. No dia 5, no Majestoso, vitória sobre o Joinville por 1 a 0. Nesta quinta-feira, dia 9, visita o Inter de Lages. Volta a jogar fora no domingo, 12, diante do Figueirense. Na semana que vem, dois jogos por competições distintas. Em 14 de fevereiro, encara o Brasil em Pelotas. Dois dias depois, pega o Santo André, em São Paulo, pela Copa do Brasil.

Mas o mês ainda não acabou. No dia 19, o Tigre volta ao Catarinense, recebendo o Almirante Barroso. É um domingo. Na quarta-feira, 22, visita o Atlético Tubarão. No dia seguinte – aí um fator inédito na história tricolor, 24 horas entre um jogo e outro –, o Criciúma receberá o Internacional, na quinta-feira, 23, pela Primeira Liga. E dois dias depois, 25, o tricolor despede-se de fevereiro pegando o Metropolitano, em casa, em pleno sábado de Carnaval.

Para dar conta, o técnico Deivid convocou 12 jogadores do time júnior que abortaram suas férias para integrar o elenco. Estão treinando desde semana passada com os profissionais e farão a base da equipe que enfrentará o Brasil, em Pelotas, na semana que vem. É provável, também, que façam o jogo diante do Internacional.

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Naquele time que fez a maratona histórica de novembro de 1980 (foto), figuravam Hugo, Assis, Isidoro, Nivaldo e Hamilton, Serrano, Lourival e Iura, Itamar, Anchieta e Mug. Valdir Espinosa era o técnico. Naquela série de 13 jogos em um mês, o Criciúma ganhou seis, empatou seis e perdeu apenas um. Que seja um bom alento.

A maratona de 1980 – 13 jogos
02/11 – 2x1 Figueirense/Fora
04/11 – 1x0 Joaçaba/Fora
06/11 – 2x1 Avaí/Casa
09/11 – 2x1 Marcílio Dias/Fora
11/11 – 2x1 Brusque/Casa
13/11 – 1x1 Chapecoense/Fora
16/11 – 3x1 Joinville/Casa
18/11 – 0x0 Figueirense/Casa
20/11 – 1x1 Joaçaba/Casa
23/11 – 0x0 Avaí/Fora
25/11 – 1x2 Marcílio Dias/Casa
27/11 – 1x1 Blumenau/Fora
30/11 – 0x0 Chapecoense/Casa

(Com informações do Meu Time na Rede)

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