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UPA da Próspera: expectativa de atendimento para o segundo semestre de 2015

Estrutura é construída há quatro anos. Obras estavam paradas e recomeçaram

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Douglas Saviato

A população que usa o setor de urgência e emergência do hospital São José, de Criciúma, terá que esperar por, pelo menos, mais um ano para usar os serviços da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no bairro Próspera, em Criciúma. A estrutura, que irá desafogar os dois setores do maior hospital da região Sul do Estado, não tem prazo para a conclusão. A obra iniciou em 2010, ou seja, dura há quatro anos, sendo que a construção da Unidade ficou parada por dois anos. Segundo a secretaria de Saúde de Criciúma, os trabalhos foram interrompidos por falta de recursos do Governo Estadual e Federal.

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Entre 2012 e 2014, período em que a construção esteve parada, o espaço foi deteriorado pelo tempo. Parte do forro cedeu, o local ficou com infiltrações, alguns vidros foram quebrados e havia muita sujeira no espaço. Além disso, a estrutura virou a residência de cachorros e moradores de rua.

Nas últimas semanas, a empresa Nunes, responsável pela construção do empreendimento, recomeçou os trabalhos. O forro, as infiltrações e os vidros foram consertados. Nos vidros foram colocados proteções e um profissional planta grama nos arredores da Unidade. Segundo o secretário de Saúde de Criciúma, Paulo Conti, os trabalhos recomeçaram por causa do repasse da verba do Governo do Estado no valor de R$ 450 mil.

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Além desta verba, mais R$ 500 mil são esperados pelo Governo Federal para finalização das obras. Já para a compra dos equipamentos são esperados mais R$ 750 mil, também recurso federal. “Não há previsão para estas verbas serem liberadas, pois elas passam por um processo de licitação, portanto, não podemos precisar datas”, frisa. O secretário acredita que os atendimentos no local ocorram em julho de 2015. Em 2009, quando foi assinada a ordem de serviço para a construção da Unidade de Pronto Atendimento, o valor da obra foi orçado em R$ 2 milhões. Conforme Conti, R$ 1,5 milhão foram liberados, restando R$ 500 mil, além dos R$ 750 mil para a compra de equipamentos.

Além de desafogar o hospital São José, a Unidade de Pronto Atendimento irá abranger alguns trabalhos desempenhados na Unidade 24 Horas da Próspera, porém, o local continuará prestando serviços à comunidade. Além da unidade básica, os atendimentos odontológicos também continuarão no 24 horas.

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