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Vadão conquista primeira vitória no comando do Tigre

“Hoje senti uma equipe diferente com uma proposta única de vencer”, avalia o técnico do Criciúma

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto: Marcelo de Bona

O técnico Oswaldo Alvarez, o Vadão, garantiu na noite desta quinta-feira a sua primeira vitória no comando Criciúma. Após uma derrota na estreia e dois empates nas duas últimas rodadas, o comandante tricolor lavou a alma e pôde enfim comemorar a conquista dos três pontos após a goleada de 8 a 0 sobre o Juventus.

“O momento do Juventus não é bom, mas o nosso também não era bom. Tínhamos a necessidade de vitória, e nos propusemos a fazer um tipo de jogo para que o adversário não tivesse a oportunidade de raciocinar, de pensar que poderia conseguir um bom resultado aqui”, destaca o Vadão.

Para o técnico tricolor, a pressão exercida pela sua equipe, a pegada durante toda partida, e o bom aproveitamento das chances criadas foram fundamentais na vitória. “Combinamos de sair na frente, pois quando a gente perde os gols cria uma ansiedade muito grande, e nesse jogo não poderíamos deixar escapar a vitória. Mas o que mais me deixou satisfeito foi que jogamos igual nos dois tempos, com uma regularidade de marcação e pegada. Até por coincidência tivemos quatro gols no primeiro tempo, e quatro gols no segundo. Hoje senti uma equipe diferente com uma proposta única de vencer, e todo mundo saiu contente”, avalia.

De acordo com Vadão, a formação com três atacantes deve ser mantida para a próxima partida, mas a postura da equipe é que determina a sua ofensividade. “Ela segue em frente enquanto estiver dando resultado, e nos agradando taticamente. Mas é muito ilusório você falar que o time é ofensivo porque tem três atacantes e um meia ofensivo, que é o Ivo. É ilusório porque é preciso roubar a bola próximo do gol, não adianta roubar a bola próximo da nossa trave. Então o que determina um time ofensivo não é o número de atacantes, mas sim a postura da equipe. O time teve uma postura e isso facilitou”, justifica o técnico, que passou a utilizar Ivo como terceiro atacante após a saída de Fabinho. “Abrimos o Ivo como atacante, ele foi constante o tempo todo. Fez um papel que fechou bem o setor esquerdo”, pontua Vadão.

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