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Valdomiro é homenageado pelo Internacional

Durante evento no Beira-Rio, o criciumense opinou sobre o atual momento do Tigre

Por Redação Engeplus

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Foto: Alexandre Lops/Internacional

Ídolo da torcida colorada, Valdomiro recebeu mais uma homenagem do clube gaúcho. Antes da bola rola rolar para o jogo entre Internacional e Tigre, o criciumense recebeu uma camisa comemorativa aos 805 jogos disputados pelo Inter, ao longo dos seus 14 anos de clube.

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“Em 1968 joguei oito partidas do Campeonato Catarinense pelo Comerciário, onde iniciei minha carreira. Sempre digo que foi do Criciúma que eu surgi. Depois ganhei o mundo com a camisa do Inter. Sinto uma alegria muito grande de participar da vida desse clube, que é um dos maiores do futebol brasileiro e do mundo. Fui o jogador que mais fiz partidas pelo Inter, mas ainda faltam homenagens. Também fui o jogador que mais marcou gols no Beira-Rio, fiz 100”, disse o criciumense em entrevista ao repórter Márcio Cardoso, da Rádio Eldorado.

Na ocasião, Valdomiro também comentou sobre o momento vivido pelo Criciúma no Campeonato Brasileiro da Série A. "Gostaria de estar lá no Criciúma, fazendo um trabalho junto com a diretoria. Contratar um jogador e informar a torcida e a imprensa quanto custou. Acho que o Criciúma contratou demais, foram quase 70 jogadores, e não pode jogar dinheiro assim pelo ralo. Ainda mais o Criciúma, que é um time pequeno. Temos que colocar os pés no chão. Teria que fazer tipo um convênio com o Inter, o Grêmio, o São Paulo, o Santos, para cederem jogadores e o Criciúma pagar a metade do salário. E nas categorias de base do Criciúma fazer um trabalho para que três ou quatro jogadores joguem no time titular. Porque eles vão dar retorno amanhã ou depois", pondera.

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O ex-camisa 7 do Inter viaja pelos quatro cantos do Brasil representando o clube gaúcho e ajudando o colorado a angariar novos sócios. Valdomiro projeta que o Tigre deveria fazer a mesma ação na região Sul catarinense. “Sou funcionário do Inter, faço um trabalho de consulado. O Criciúma também poderia criar consulados na região, em Turvo, Meleiro, e chegar a um quadro de 20 mil sócios e diminuir a mensalidade. Tenho certeza que o presidente Angeloni concorda com isso, em enxugar um pouco e não gastar tanto dinheiro. Vamos torcer para o Criciúma não cair, e no ano que vem lançar três ou quatro guris no Campeonato Catarinense”, projeta o criciumense.

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