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#VemPraRuaCriciúma realiza manifestação no terminal do Pinheirinho, em Criciúma
Com mãos amarradas por cordas e fita adesiva na boca, manifestantes reclamaram da presença da Guarda Municipal próximo das catracas
Por Redação Engeplus
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O terminal de ônibus do bairro Pinheirinho, em Criciúma, foi o local escolhido para mais uma manifestação do movimento #VemPraRuaCriciúma. Na noite desta terça-feira, cerca de 20 jovens amarraram as mãos com cordas e usaram fita adesiva na boca para simbolizar que estavam sendo impedidos de realizar a manifestação, já que em torno de 35 guardas municipais ficaram posicionados próximo das catracas de acesso ao terminal.
Segundo o gerente de operações da Guarda Municipal de Criciúma, Ricardo Strauss, nenhum ato de manifestação será impedido pela GM, "desde que não interfira no direito de ir e vir das pessoas, nem o direito delas ao transporte público". Os guardas estavam no local para também garantir a segurança dos usuários e do patrimônio público. Eles chegaram por volta das 20 horas.
Já os manifestantes realizaram uma reunião, a partir das 19h30min, na praça da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), onde discutiram pautas do movimento e decidiram fazer a manifestação. A princípio eles fechariam as catracas para liberar o acesso livre aos usuários, principalmente estudantes que saíam de suas aulas na Universidade, o que não foi possível com a presença da GM.
"Estamos de braços atados lutando por vocês, pelos direitos dos cidadãos. A ação da Guarda Municipal é um ato de repressão ao nosso movimento popular. Eles querem nos intimidar, nos impedir de manifestar, mas a repressão não vai nos calar", afirmou um dos manifestantes e representante do movimento #VemPraRuaCriciúma, Vinicius Monteiro. Alguns estudantes aderiram ao movimento, mas a maioria passou em direção às catracas.



