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Vereador questiona mudança no formato de cobrança em novo aplicativo do Rotativo de Criciúma
Requerimento pede esclarecimentos ao Executivo sobre retirada da opção de reaver valor
Por Redação Engeplus
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O vereador de Criciúma Zairo Casagrande (PDT) elaborou um requerimento questionando o Executivo Municipal sobre as mudanças no aplicativo do estacionamento rotativo do município. O documento Nº 644/2023, que foi votado na Câmara nessa semana, pede esclarecimentos acerca do novo formato de cobrança. Conforme a solicitação, o modelo implica em cobrança sobre tempo não utilizado, enquanto o sistema anterior fazia a devolução do valor equivalente a esse período.
Conforme explicado em detalhes pelo Portal Engeplus, a Gerestar, empresa responsável pelo sistema, lançou um novo aplicativo do rotativo no início do mês. Anteriormente, o motorista podia optar, por exemplo, por uma ou duas horas, e caso deixasse a vaga antes do tempo determinado, poderia receber o dinheiro de volta em forma de saldo. Com o novo aplicativo, é possível selecionar períodos menores, como de 15, 30 ou 45 minutos, mas a opção de reaver o valor não existe mais.
Para Casagrande, a alteração traz prejuízos para a população e tem gerado reclamações. “Com o novo aplicativo, estaremos pagando por um por um tempo de estacionamento não usado. Então, isso juntando na cidade inteira, dá uma pequena fortuna. Não é justo, não é correto cobrar por algo que não é servido a população”, argumenta o vereador.
Quando questionado na semana do lançamento do novo aplicativo, o coordenador do Criciúma Rotativo, Frank Bez Fontana, afirmou que, com a mudança, a empresa estava se adequando ao contrato firmado, e que o novo modelo evitaria fraudes por parte dos usuários, como a desativação do tempo logo após a passagem do fiscal, para reaver o valor.
De acordo com o vereador, foi estabelecido um prazo de 30 dias para a Diretoria de Trânsito e Transporte (DTT) e o Executivo explicarem ao Legislativo essas mudanças. “Feito isso, temos um conjunto de ações que podem ser desencadeadas para resolver essa questão, mas no momento temos que aguardar a defesa da empresa, pois é algo que tem que ser proporcionado”, pondera.



