Vexame para
Vexame para Jardel ver e torcida protestar
Por Redação Engeplus
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O Criciúma não poderia ter sido pior em uma noite que prometia ser feliz. Sob o olhar preocupado do atacante Jardel, apresentado à tarde, o Tigre foi sofrível e perdeu para o Paraná por 3 a 0.
Na primeira etapa, o rendimento foi bom. À excessão do lateral Cláudio e do meia Luciano Bebê, que foram apáticos, os demais agradaram. Não houve muitas chances, mas sim posse de bola, troca de passes e velocidade. Impressão portanto de que no segundo tempo a vitória seria logo alcançada. Não foi o que se viu.
"Não conseguimos jogar sem marcar. Levamos pressão do Paraná em casa". Com esta frase, o técnico Gélson da Silva resumiu o primeiro tempo e surpreendeu a quem acompanhava a partida e gostava do desempenho do Criciúma.
A saída de Valdeir para a entrada de Mateus, ainda no intervalo, provocou as primeiras vaias contra Gélson. A situação complicou aos 9 minutos, quando Basílio foi expulso, e se agravou aos 14 minutos, quando Giuliano marcou 1 a 0 para o Paraná. O Criciúma, desorganizado, não tinha reação.
Aos 18 minutos, o zagueiro Wescley tomou o cartão vermelho com justiça. Com tranquilidade Naves marcou o segundo aos 21 e Clênio fechou o placar aos 33 minutos. "Falta de vergonha na cara", resumiu o zagueiro Cláudio Luiz. O treinador não quis falar ao deixar o gramado sob muitas vaias, ao final da partida.
"Nós jogadores temos que levantar as mãos para o céu por não termos sofrido mais gols", afirmou o goleiro Zé Carlos. "Estamos sendo chamados de ruins porque fizemos por merecer", disparou. Nas arquibancadas, muito protesto.
Jardel estava em uma cabine assistindo a partida e deixou o estádio aos 30 minutos. Não chegou a assistir o terceiro gol dos paranaenses.
O Criciúma perdeu para o Paraná jogando com Zé Carlos; Reginaldo Araújo (Luís André), Cláudio Luiz, Wescley e Cláudio; Basílio, Coutinho, Luciano Bebê e Valdeir (Mateus); Zulu (William Amaral) e Jael. O Tigre volta a campo na próxima terça-feira, dia 8, em Fortaleza, contra o Ceará.



