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Criciúma

VÍDEO: Fogo destrói parte do Centro Cultural Jorge Zanatta

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Denis Luciano

Não bastasse o abandono, agora o fogo. Chamas tomaram um dos pavilhões do Centro Cultural Jorge Zanatta na manhã deste domingo destruindo o telhado de parte da edificação onde funcionou a Fundação Cultural de Criciúma (FCC) até agosto de 2013. “De um total de 1,3 mil metros quadrados, foi uma área de cerca de 600 metros quadrados atingida”, estima o sargento Pasetto, do Corpo de Bombeiros de Criciúma, que participou da operação de combate às chamas.

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A rua Pedro Benedet esteve fechada com caminhões e grande fluxo de curiosos. Pouco depois das 8h o fogo já tomava o antigo galpão das oficinas culturais. “É provável que alguém tenha colocado fogo ali, já que não havia energia elétrica no local”, confirma o bombeiro.

Lixo e restos de carnavais queimados

Os materiais destruídos pelo fogo são restos de carnavais passados e lixo. “Alguns detritos, que queimaram rapidamente, e outros objetos que estavam arquivados, nada de muito valor e que de uma forma ou outra teriam que ser removidos dali”, comenta o prefeito Clésio Salvaro, que esteve no local acompanhando a operação.

O fogo começou no chão e rapidamente fez derrubar parte considerável do telhado, já comprometido pela falta de manutenção. A fumaça foi intensa durante quase uma hora e passadas duas horas da ocorrência o cheiro ainda era forte nas ruas próximas à antiga sede da FCC.

Testemunhos escaparam do fogo

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Os testemunhos da mineração, que são materiais geológicos de carvão e outros itens que se encontram arquivados no prédio, não foram atingidos. “Isso é de responsabilidade do Departamento Nacional de Produção Mineral que precisa agilizar a remoção”, explica o prefeito. “Eles estão com ideia de levar para um lugar no Rio Grande do Sul, talvez agora isso seja acelerado”, completa a secretária municipal de Infraestrutura, Kátia Smielevski.

Já havia um alerta à prefeitura

Um princípio de incêndio havia sido verificado no local há algumas semanas, no começo de agosto. “Atendemos na época e fizemos um relatório encaminhado à prefeitura alertando para esses riscos”, comenta o sargento Pasetto. “Há pessoas que frequentam aqui, moradores de rua que vinham dormir nesse local, e estavam também expostos a perigo pois é uma estrutura que pode desabar a qualquer momento”, conclui.

Abaixo assista a explicação do prefeito Clésio Salvaro para o incidente.

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