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VÍDEO: Grupo de Criciúma embarca para o Oriente Médio em missão humanitária

Por Redação Engeplus

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Um grupo de voluntários de Criciúma partiu na noite dessa quarta-feira, dia 19, para uma missão humanitária no Oriente Médio. O grupo do Movimento Brasil Pela Síria formado por sete entusiastas ficará por 15 dias na cidade de Mafraq, na Jordânia, prestando serviços humanitários aos refugiados sírios e iraquianos.

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O grupo é formado por um dentista, uma médica e sua auxiliar, três pastores e um barbeiro, que ensinará a sua profissão aos refugiados. De acordo com um dos pastores, que já esteve no Oriente Médio no ano passado, Alessandro Campos, os voluntários se instalarão em um local de muitos refugiados, onde as Organizações das Nações Unidas (ONU) não conseguem chegar.

Campos explica que a ONU tem suas limitações e não consegue estar em todos os campos de concentração. “Iremos para esta região prestar atendimento humanitário e também ensinar uma nova profissão para alguns deles, através de um barbeiro que repassará seus conhecimentos profissionais”, comenta. Os refugiados não podem trabalhar de forma formal nas concentrações, mas poderão atuar nesta profissão informalmente.

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Os voluntários se uniram nas últimas semanas para conseguirem uma quantia em dinheiro, sendo que uma das atividades realizadas foi um bazar na última semana. Todo o valor será utilizado na compra já na Jordânia de equipamentos médicos, odontológicos, de barbearia, dentre outros materiais. “Nos propomos a pagar as nossas passagens e custear as nossas dispesas pessoais, sendo que o valor arrecadado será utilizado nestas compras. Não queremos dar apenas a receita, mas o remédio também”, destaca Campos.

O pastor comenta que ideia de prestar auxílio humanitário no Oriente Médio ocorreu após o acúmulo de tantas notícias negativas em relação aos refugiados. “Percebemos essa necessidade através da mídia, aquilo nos incomodava e queríamos fazer algo, mas não sabíamos como. Queremos, agora, poder fazer um bem que amenize as condições humanas de quem vive como refugiado”, conclui.

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