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Vigilância Sanitária apreende 150 quilos de carne

Alimento foi recolhido em um restaurante de Criciúma

Por Redação Engeplus

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Na terça-feira da semana anterior, dia 25 de fevereiro, a Vigilância Sanitária recolheu em torno de 150 quilos de carne bovina que estavam em um restaurante localizado em Criciúma. O material foi recolhido porque estava sem a devida procedência. As informações são do fiscal sanitarista, Valter Mariano.

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"A carne estava no freezer do restaurante, mas havia sido retirada da embalagem original, o que só deve acontecer quando a comida for preparada logo em seguida. Recolhemos a carne porque não tinha como comprovar a procedência dela, nem quando tinha sido embalada ou a data de validade, por exemplo", explica o fiscal da Vigilância Sanitária da cidade.

O proprietário do estabelecimento recebeu uma multa e o local foi interditado no mesmo dia, pois a Vigilância Sanitária solicitou uma limpeza geral e melhor organização no restaurante. Esses problemas foram resolvidos e o estabelecimento foi liberado no dia seguinte. No entanto, também foi solicitada uma reforma estrutural, o que não tem prazo para ser realizada.

O assunto ganhou repercussão através das redes sociais, mas algumas informações que estão sendo divulgadas não estão de acordo com o que informa a Vigilância Sanitária. De acordo com Mariano, a carne recolhida não estava estragada ou pronta para ser servida, ela estava acondicionada no freezer, mas não apresentava a embalagem original.

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Ação conjunta - A fiscalização e apreensão no restaurante aconteceu por meio de uma ação conjunta deflagrada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em parceria com as Vigilâncias Sanitárias municipal e estadual, Ministério da Agricultura e Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola do Estado (Cidasc).

O MPSC recebeu uma denúncia a respeito da situação apresentada no estabelecimento. No entanto, o promotor de Justiça Alex Sandro Teixeira da Cruz, responsável pela Promotoria de Defesa do Consumidor, em Criciúma, afirma que ações desse tipo são realizadas de forma periódica, há quatro anos, em restaurantes, supermercados, abatedouros, açougues e frigoríficos.

Denominada Operação POA (Produtos de Origem Animal), o objetivo dos órgãos públicos é verificar a procedência de carnes comercializadas e servidas aos consumidores. O promotor aguarda a conclusão dos trabalhos da última semana para dar os devidos encaminhamentos.

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