Tigre
Winck reconhece dificuldades e pede paciência
Por Redação Engeplus
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As dificuldades do time em campo e a relação com a torcida pautaram a avaliação do técnico Luiz Carlos Winck para a vitória deste sábado, 2 a 1 sobre o Luverdense no Heriberto Hülse pela Série B. As vaias ouvidas das arquibancadas no decorrer da partida fizeram o treinador pedir paciência.
“O torcedor tem direito de vaiar e aplaudir, mas tem que entender que a gente vinha de derrota e empate dentro de casa e a responsabilidade aumenta, traz um peso, e há dificuldade de jogar”, observa, lembrando os recentes tropeços contra Brasil e Oeste no Majestoso. “Não jogamos bem, somos sabedores disso, mas vale o resultado”, completa.

Winck entende que o Criciúma estará mais solto na terça, contra o Juventude. “Havia um peso, mas estamos de parabéns, sair de zero ponto e chegar a 34 a três pontos do G-4, é isso que temos que valorizar”, enaltece. O treinador não escondeu que está incomodado com críticas. “O torcedor tem que ter um pouco mais de paciência, que deixem para vaiar no fim e participem um pouco mais, ajudem um pouco mais”, avalia. “Se é assim, o Inter então com o elenco milionário que tem precisa mandar todo mundo embora”, compara. “Se não estão satisfeitos com o meu trabalho a diretoria está à vontade”, ressalta.
A substituição de João Henrique antes dos 30 minutos por Caio Rangel também foi comentada. “O João jogou do lado contrário, canhoto, para usar o setor de dentro de campo e dar o corredor para o Diogo e o Ricardinho. Entendi que precisávamos de uma jogada individual, mas o João não é culpado de nada”, avalia. “Se tivesse que trocar no início do jogo eu trocaria. O atleta tem que entender”, arremata.
O Criciúma volta a campo terça-feira, às 21h30min, contra o Juventude no Majestoso. O tricolor está em sétimo lugar no Brasileiro com 34 pontos.



