A CPMF
A CPMF acabou. É pra rir ou pra chorar?
Por Redação Engeplus
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Luciano Silva da Rosa *
Segurem o sorriso, pois não devemos sorrir tanto com a derrota do governo na questão que envolve o fim da CPMF a partir de 31 de janeiro deste ano.
A derrota do governo no Senado, com a rejeição da prorrogação da cobrança da CPMF, não implica somente a perda de uma receita anual estimada em aproximadamente R$ 40 bilhões, e sim numa completa reestruturação da máquina arrecadadora do governo.
Isso vai obrigar uma revisão completa do Orçamento Geral da União (OGU), cujo relatório final seria apresentado na Comissão Mista de Orçamento nesta segunda-feira.
A possibilidade da prorrogação da cobrança da CPMF foi derrubada no plenário do Senado por apenas quatro votos. Foram 45 votos a favor da prorrogação e 34 contra para seguir cobrando o tributo, o governo precisava de 49 votos.
LULA DIZ QUE PERDA DA CPMF NÃO GERARÁ OUTROS IMPOSTOS, SERÁ?
Sempre foi notório que não há nada tão ruim que não possa piorar. Desta forma vimos que não pode ser verdade o pronunciamento do presidente Lula, que reafirmou que a perda da CPMF não levará a criação de novos impostos.
O Presidente diz que vai discutir com ministros da Fazenda e do Planejamento alternativas mais ’maduras’, todavia é fato que o imposto branco deve surgir.
No domingo, 16, Lula já havia reagido às afirmações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que defendeu, em entrevista publicada no jornal “Estado”, no sábado, uma nova contribuição nos moldes da CPMF. Os recursos seriam destinados exclusivamente à área da saúde, segundo Mantega. No entanto, depois da reação negativa da oposição, Lula afirmou que o ministro teria que convencê-lo da necessidade do imposto.
IMPOSTO BRANCO
A única dúvida entre os anilistas e economistas é por onde o novo imposto surgirá, pois não há dúvida que através de aumento de PIS e COFINS ou uma reedição da CPMF seria um erro político, estratégico e de consequências contrárias a opinião pública.
É fato, também, que o aumento de arrecadação recorde dos úlitmos anos, pode ajudar nesse remanejamento de 40 bilhões de reias. Aliado a isso o fato de que a fiscalização no que tange à tributação das empresas pequenas e médias sejam mais ainda rigorosa.
DÓLAR INICIA UMA PEQUENA ALTA POR TEMOR EXTERNO
A semana que passou gerou uma incerteza aos investidores internacionais e fez com que o dólar fechasse em alta nesta sexta-feira, devido uma serie de pequenos fatores, como a derrota política do governo em relação à CMPF, o excesso de dinheiro no mercado neste mês devido às remessas de recursos, que tradicionalmente crescem no final do ano, e a alta da inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) nos Estados Unidos, somada aos dados da véspera mostrando a inflação no atacado no maior nível em 34 anos, diminuiu a expectativa de novos cortes do juro pelo Federal Reserve.
Com isso, na sexta o dólar encerrou a sessão em alta de 0,84%, a R$ 1,797. O dólar acumulou avanço de 2,16% na semana.
FELIZ NATAL
Vimos ao longo do ano e como sempre uma serie de ações governamentais que mesmo mostrando uma boa ação ou iniciativa para que o setor produtivo no país, que são sem dúvida as pequenas e médias empresas um freio a esta cadeia produtiva.
Vimos o cenário político não mudar, as tarifas aumentarem os impostos engordarem através da fiscalização mais assídua e eficaz e principalmente vimos os empresários acuados e receosos em relação ao futuro.
Pergunto-lhes: Porque não paramos? Porque nossa economia é tão forte? Mas supremacia da minha humilde opinião lhes diz que somos nós sim, os trabalhadores brasileiros, o motivo do sucesso e da sustentação de nossa economia.
PATRIOTAS
Não existe em nenhum país do mundo um povo tão trabalhador, dedicado, persistente e que acredita no país como o nosso. Não é necessário estarmos em guerra armada para mostrar nosso patriotismo ou mesmo saber o hino nacional décor para mostrar, também, quem somos fieis a bandeira. Somos mais que isso, sempre, estamos todos os dias bravos, guerreiros e fortes a frente de negócios que não possuem incentivos fiscais ou de capital, mas temos as idéias e os ideais pela frente e nessa direção caminhamos.
Sentimos orgulho do nosso país, nossos negócios e nossas riquezas que para mim, são mais intelectuais do que relativo ao produto da cadeia produtiva industrial.
Tenha orgulho de ser brasileiro, trabalhar, leitor, ser empresário, assistente, pião ou gerente, sinta a forca de Alguém que sempre nos rege; e que em 2008 o sucesso seja a palavra-chave e a força esteja dentro de nós como guerreiros que somos.
Feliz natal!
* Formado em Administração de Empresas, habilitação em Comércio Exterior, agente de Fomento Mercantil e pós-graduando em Gestão Estratégica Empresarial - lucianocriciuma@hotmail.com



