Posse
As bandeiras de Magagnin na AMREC
Prefeito de Cocal do Sul assumiu a presidência da entidade por um ano
Por Redação Engeplus
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Ademir Magagnin (PP) não esconde a intenção de avançar no movimento municipalista em nível estadual. E neste sentido, assumiu hoje a presidência da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (AMREC). Ele foi eleito por unanimidade, a partir da indicação dos seis prefeitos do Partido Progressista na região. É o segundo mandato de Magagnin, que já presidiu a AMREC de dezembro de 2013 a abril de 2014.
“É uma região que precisa muito das ações dos nossos prefeitos”, acentua Magagnin. O prefeito entende que a AMREC cumpre papel de resolver os problemas de abrangência regional. “E um deles é o Hospital São José, e a associação não pode ficar alheia a este problema”, aponta, já firmando uma prioridade do seu mandato. O prefeito Clésio Salvaro apresentou os números do HSJ e convidou os colegas a participarem de reunião na Secretaria de Estado da Saúde, na terça-feira, para tratar da situação da instituição.
No discurso de posse, além de mencionar a luta pelo HSJ, Magagnin frisou que trabalhará por melhorias no transporte escolar. “Em quatro anos o repasse do transporte escolar diminuiu 5%, em contrapartida o preço da gasolina subiu 20%, no mesmo período”, mencionou.
Além do presidente Magagnin e da sua diretoria, foram eleitos os presidentes do Consórcio Intermunicipal de Saúde (CISAMREC), Dimas Kammer (PP, de Forquilhinha), e do Consórcio Intermunicipal de Atenção à Sanidade Agropecuária da Amrec (CIASAMREC), prefeito de Içara Murialdo Gastaldon (PMDB). Com Magagnin, estão à frente da AMREC os vice-presidentes Hélio Cesa Alemão (PMDB, Siderópolis) e Rogério Frigo (PSDB, Nova Veneza), os secretários Jaimir Comin (PP, Treviso) e Murialdo Gastaldon (PMDB, Içara) e o tesoureiro Luís Gustavo Cancellier (PP, Urussanga). No Conselho Fiscal figuram Clésio Salvaro (PSDB, Criciúma), Jorge Koch (PMDB, Orleans) e Agenor Coral (PP, Morro da Fumaça).
No rodízio dos prefeitos, 2017 cabe a Magagnin na presidência. Em 2018, será a vez do PMDB. Em 2019, o PSDB indica o presidente e volta para o PP em 2020.



