Criciúma
Bancários iniciam a Campanha Nacional 2016
Negociações tiveram início nessa quinta-feira, em São Paulo
Por Redação Engeplus
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Os bancários deram início à Campanha Nacional 2016, momento em que a categoria apresenta a pauta anual de reivindicações ao sindicato patronal. As negociações começaram nessa quinta-feira, em São Paulo, e uma greve dos trabalhadores não é descartada.
O presidente do Sindicato dos Bancários de Criciúma e região, Edegar Generoso, alerta sobre a importância da união de todos os trabalhadores. Ele avalia que a negociação deste ano será uma das mais desafiadoras para a categoria nos últimos anos. "Os bancos constituem o setor mais lucrativo da economia, e podem pagar as reivindicações e propiciar melhores condições de trabalho", afirma Generoso.
Existem cerca de 800 trabalhadores distribuídos entre as 60 agências dos municípios que integram a base do sindicato. As cidades são Criciúma, Içara, Balneário Rincão, Morro da Fumaça, Forquilhinha, Cocal do Sul, Urussanga, Siderópolis, Nova Veneza e Treviso.
Confira abaixo a pauta de reivindicações 2016
*Reajuste salarial: 14,78% (incluindo reposição da inflação mais 5% de aumento real)
*PLR: 3 salários mais R$8.317,90
*Piso: R$3.940,24 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último).
*Vale-alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá no valor de R$880 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
*Melhores condições de trabalho com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoecem os bancários.
*Emprego: fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do PLC 30/15 no Senado Federal, além da ratificação da Convenção 158 da OIT, que coíbe dispensas imotivadas.
*Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS): para todos os bancários.
*Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós.
*Prevenção contra assaltos e sequestros: Abertura e fechamento remoto das agências, fim da guarda das chaves por funcionários.
*Mais contratações, igualdade de oportunidade e o fim das terceirizações.



