Engeplus
Opinião

Calçados e

Calçados e têxteis retomam crescimento

Por Redação Engeplus

5 min de leitura

Compartilhar:

Luciano Silva da Rosa *
lucianocriciuma@hotmail.com

A pesquisa de Jacqueline Farid da agência Estado, relatou esta semana que o crescimento da economia do País, apoiado no aquecimento da demanda interna, está impulsionando mesmo que timidamente as indústrias de calçados, têxteis e confecções, setores estes que foram muitos prejudicados pelo câmbio nos últimos anos.

Somente nos últimos 26 meses, a produção de calçados registrou somente quatro resultados positivos na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dois desses minguados crescimentos ocorreram em junho e julho últimos.

O chefe da coordenação de indústria do IBGE, Silvio Sales, destacou na divulgação dos dados da produção industrial de julho, realizada ontem, a reação dos semiduráveis (calçados, confecções). Os fabricantes desses produtos atribuem esta melhoria, especialmente, ao crescimento da renda e do emprego.

EXPORTAÇÃO
"Estamos notando que há um crescimento da demanda interna de calçados no Brasil", emendou o consultor de Inteligência da Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados), Enio Klein.

Na exportação, Klein explica que entre 20% e 25% dos calçados fabricados no Brasil são exportados, e a maior parte das 6 mil empresas do setor envia algum montante de produtos ao exterior. Para o sucesso maior das exportações destes e de outros setores, todos os analistas destacam a questão cambial que deu um “respiro”, mas não o suficiente para atedner as verdadeiras necessidades de quem exporta.

De acordo com o consultor da Abicalçados, o consumo “per capita” anual de calçados no Brasil é estimado em três pares e, em 2007, poderá chegar a 3,2. "Como a população é grande e continua crescendo, o volume é alto". Felizmente ou infelizmente, para nossos produtores, ainda continuamos a importar cerca de 20 milhões de calçados a cada ano dos países asiáticos, especialmente da China.

MERCADO DE AÇÕES - COMPRAR OU CORRER
Após uma segunda quinzena bastante favorável em agosto, sugerindo que a crise financeira internacional estava com os dias contados, setembro surge com as mesmas preocupações com o mercado imobiliário americano.

Os dados de hoje ainda não são nada bons e ressurgem rumores e fatos acerca da volatilidade que pode permanecer como um fantasma por mais algum tempo.

Será que é uma boa aproveitar a recente realização de lucros para comprar papéis que estão com preços baixos? Será que vem tempestade por aí e o melhor é ficar vendido esperando a danada passar?

Todos que gostam de arriscar sabem que para quem tem medo nessas horas podem perder revalorização que deve acontecer em muitos papéis, porém alguns são somente especulativos.

BOLSA II
O mercado está dando uma realizada, o que é saudável apesar do que alguns mais temerosos não querem aceitar. É notório e visível que existe ainda uma crise e que esta não foi solucionada, o que houve foi uma atitude dos Bancos Centrais dos países ricos como um todo e do FED em particular, inclusive com reforço do Bush, no intuito de não deixar que a crise transformar-se em um colapso dos mercados.

Para quem entende de ações a opinião é unânime: é hora de surfar o movimento, não tentar antecipar se é topo ou é fundo, vá com o mercado, ajustando sempre seus stops para cima ou para baixo.

BOLSA III
Mesmo com uma pequena queda nesta quarta-feira o indice Ibovesp segue firme na recuperação dos valores perdidos com a ultima crise. Especialistas dizem que o tombo será recuperado num espaço de 60 dias e que as bolsas retomem seu fluxo normal de crescimento. Contudo isso, mais de 70% dos especialistas aconselham a compra de ações da ibovespa no momento.

Todavia uma pequena observação pode afetar novamente estes índices e tendências. O governo americano que diz que tem “cacife” para suportar uma amortização para os devedores imobiliários americanos no “refinanciamento” das dívidas assumidas e não pagam. Este fator aliados ao corte de juros básico americanos são a bola da vez do mundo das espectativas.

“Até tu Brutus?”
Incomodado com a perda de poder e privilégios, um grupo de senadores arquiteta sua morte e seu filho adotivo, Brutus, adere à conspiração. Ao ser atacado, na escadaria do Senado, César defende-se até ver Brutus. Ao perceber a traição do filho, deixa de lutar. Morre com 23 facadas.

Este foi Júlio César, general romano (100 a.C. - 44 a.C.). Depois de conquistar Roma e invadir o Egito. Em 47 a.C chega à Ásia e vence Farnaces, rei do Ponto. Governa como ditador na África e na Espanha e derrota os partidários de Pompeu, seu opositor.

Este frase histórica: “Até tu Brutus”; esta sendo contada e cantada a partir de hoje pelo senador, coitado; perseguido que se vê cada dia mais abandonado pelo pseudos amigos e companheiros de plenário que cansados de tanta farsa, enganação e traições estão aos poucos esvaindo o apoio ao mesmo. Coitado, a apologia é sensata lhes pergunto? Afinal os dois não eram e são bonzinhos?

* Formado em Administração de Empresas, habilitação em Comércio Exterior, agente de Fomento Mercantil e pós-graduando em Gestão Estratégica Empresarial.

Compartilhar:
Leia a seguirA caminho de um pólo cultural: discussões, perspectivas
Publicidade