Carlos Ghosn deixa prisão domiciliar no Japão
Ex-executivo da Nissan-Renault está no Líbano desde domingo (29)
Por André Abreu
1 min de leitura

O brasileiro Carlos Ghosn, executivo-chefe deposto da aliança Renault-Nissan que aguardava julgamento no Japão, voou para o Líbano na noite de domingo, segundo informações da mídia.
O Financial Times e o jornal francês Les Echos citaram fontes não identificadas. Não houve confirmação imediata de fontes oficiais.
Não ficou claro como Ghosn, que tem cidadania francesa e libanesa, além da brasileira, poderia deixar o Japão, onde ele está sob restrições estritas de prisão domiciliar impostas pelo tribunal a seus movimentos.
O Financial Times disse que Ghosn havia chegado ao país natal de seus pais, o Líbano, de acordo com uma fonte próxima à família do presidente da Nissan-Renault e a um sócio.
Ghosn, célebre por levantar as empresas de automóveis em dificuldades, sofreu uma das mais dramáticas quedas corporativas da década. Preso no Japão em novembro de 2018 sob quatro acusações de má conduta financeira, o executivo negou todas as acusações.



