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Celesc aplicará

Celesc aplicará aumento na tarifa de energia elétrica a partir de 7 de agosto

Reajuste foi homologado pela Aneel e chega a quase 13% para residências

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto: Vanessa Amando

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu na última terça-feira o reajuste médio de 13,73% para as tarifas de energia elétrica das 2,5 milhões de unidades consumidoras atendidas pela Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. (Celesc). O reajuste será aplicado a partir da próxima quarta-feira, dia 7, e é diferenciado por classe de consumo, conforme informações abaixo:

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- Subgrupo Industrial (A1 - 230.000V): reajuste de 19,15% para grande siderúrgica;

- Subgrupo Industrial (A2 - 88.000V a 138.000V): reajuste de 10,85% para setor cerâmico, siderúrgico, metalúrgico, de papel e celulose;

- Subgrupo Industrial (A3 - 69.000V): reajuste de 16,62% para setor cerâmico, carbonífero e têxtil;

- Subgrupo Industrial (A3a - 30.000V a 44.000V): reajuste de 19,80% para cooperativas, beneficiadoras de madeira, bovinos, cereais, papel e celulose;

- Subgrupo Industrial (A4 - 2.300V a 25.000V): reajuste de 14,10% para shoppings, comércios de grande porte e condomínios;

- Subgrupo Residencial (B1): reajuste de 12,90% para residências e unidades baixa renda;

- Subgrupo Rural (B2): reajuste de 17,98% para zona rural;

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- Subgrupo Comercial (B3): reajuste de 13% para comércio de médio e pequeno porte;

- Subgrupo Iluminação Pública (B4): reajuste de 18%.

Conforme informações divulgadas pela Celesc, o presidente da empresa, Cleverson Siewert, explica que o reajuste reflete, basicamente, o novo perfil da energia comprada pelas distribuidoras, com presença cada vez maior de energia gerada em termelétricas, cujo custo é maior do que a gerada em hidrelétricas.

“Por questões ambientais, o Governo Federal está reduzindo a construção de usinas que necessitam de grandes reservatórios. Esse cenário tem favorecido a geração térmica. É uma nova tendência, que já impacta nos preços praticados pelo mercado. Na tarifa que a Celesc passa a praticar em agosto, o custo da energia é responsável por quase 80% do índice de reajuste em relação ao ano anterior”.

Na revisão tarifária de 2012, o custo previsto para compra de energia ficou aquém do realizado. Por conta disso, ao longo de doze meses, a Celesc foi onerada em R$ 569,5 milhões por conta dos despachos de térmicas, não previstos na tarifa. Esse valor está sendo ressarcido à Empresa via recursos da Conta de Desenvolvimento Energético, numa estratégia do Governo Federal para evitar um impacto ainda maior no índice de reajuste tarifário.

Colaboração: Lau Maccarini/Comunicação Celesc

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