Com 27 anos de carreira em Criciúma, conheça a trajetória do cantor Dilico Pagodeiro

A paixão pela música começou por intermédio de seu irmão, na década de 1990

Com 27 anos de carreira em Criciúma, conheça a trajetória do cantor Dilico Pagodeiro
Foto: Divulgação

Há 27 anos, o som do pandeiro, do cavaquinho e a paixão pelo samba e pelo pagode fazem parte da trajetória de Charles Flores da Rosa, o Dilico Pagodeiro. Criciumense, cantor e percussionista, ele construiu uma carreira marcada por apresentações, desafios, parcerias e momentos que ajudaram a consolidar seu nome na cena musical de Criciúma e região.

Dilico explicou ao Portal Engeplus que a paixão pelo pagode e pelo samba começou por intermédio do irmão, na década de 90. “Ele tinha um projeto musical na época, era conhecido como Grupo Cadência. Comecei ainda muito jovem a participar das rodas de samba, pelas quais me apaixonei pelo pagode e também por aquela alegria contagiante”, afirmou.

Foi ainda na década de 90 que o criciumense começou a dar os primeiros passos como cantor e percussionista profissional. Na época, participou de um grupo de pagode chamado Samba Sul. Nesse projeto, tocava pandeiro e era o segundo vocalista nas apresentações.

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Ele explicou que, durante sua participação no grupo, se apresentou em diversos eventos e shows em Criciúma e região. “Durante aquela época, tocamos na festa da Santa Bárbara, na Quermesse, que era realizada no centro da cidade, no Samba Agosto e em diversas outras festas da região carbonífera”, complementou.

Marcou na trajetória

Ao longo dos 27 anos de carreira, diversos acontecimentos marcaram a trajetória de Dilico, como a participação ao lado do cantor Chrigor Lisboa e as aberturas de shows nacionais, como Turma do Pagode e Grupo Tempero. Porém, o que mais o marcou foi a participação em um festival em Porto Alegre. “Foi uma competição que reuniu diversas bandas espalhadas pelo Brasil, com, ao todo, 300 grupos, e conseguimos ficar entre os dois finalistas”, contou.

Maior desafio

Sem dúvidas, para o criciumense, além do reconhecimento, uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos músicos, especialmente no passado, era a escassez de patrocínio e incentivo financeiro, o que os obrigava a investir os próprios ganhos na compra de materiais.

“Isso ocorre muito para quem está começando. Nós tínhamos que tocar para poder comprar um instrumento, uma corda de cavaquinho ou de violão. Tudo o que ganhava, tinha que investir para o negócio poder crescer”, esclareceu.

Atualmente

O cantor contou que, atualmente, é vocalista da Banda Bloco do Fiuí, grupo conhecido em Criciúma e região. “Nós nos apresentamos em eventos de grande porte, com abertura de shows nacionais e carnavais da região carbonífera. Já fizemos sucesso durante um bom tempo”, afirmou.

Ao lado do grupo, Dilico pretende alcançar patamares ainda maiores. Ele detalhou que o próximo passo já está sendo encaminhado. “Planejamos lançar um audiovisual. Em breve, a galera vai poder curtir esse trabalho maravilhoso”, acrescentou.

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