Com ensaio aberto na Praça do Congresso, Cultura Mamoeira encerra oficinas em Criciúma

Após quatro encontros realizados, projeto finalizou neste domingo, dia 19

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Por Redação Engeplus

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Com ensaio aberto na Praça do Congresso, Cultura Mamoeira encerra oficinas em Criciúma
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O domingo, dia 19, marcou o encerramento de uma série de quatro encontros realizados junto ao projeto 'Boi de mamão, que história é essa?', ministrada pelo Grupo Cultura Mamoeira, de Criciúma. Após oficinas realizadas na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) e na Fundação Cultural de Criciúma (FCC), os participantes do projeto estiveram na Praça do Congresso animando os presentes com uma apresentação de Boi de Mamão.

Conforme os integrantes do grupo e coordenadores do projeto, Quetlin da Silva Silveira Apolinario e Vinicius da Silva Martins, foi uma brincadeira para integrar e, ao mesmo tempo, uma pequena experiência de contato com o público, seguindo o objetivo das oficinas de promover a cultura do boi-de-mamão.


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Para Quetlin, as oficinas dão aos professores e artistas da região a oportunidade de repassar para os alunos um folclore que é do povo. “Durante o período na escola, aprendemos muito sobre o Saci, a Iara, mas acabamos não conhecendo esse folclore, que é tão bonito quanto e que está bem do lado deles que é o Boi-de-mamão”, comentou.

Os encontros trataram da história do boi de mamão, passando pelas versões de origem, os folclores dos bois brasileiros, e como essa tradição se deu em Santa Catarina e em Criciúma. Eles ainda tiveram contato com a confecção dos personagens, ministrado pelo bonequeiro Marcelo Ciepielewski, as músicas e a encenação das histórias. Os encontros ainda tiveram a presença do ilustre José Marcondes, o popular mestre 'Zé do Boi', de Tubarão.

“Todo o conteúdo das oficinas é ministrado segundo as pesquisas realizadas pelos integrantes do grupo ao longo dos seis anos. Antes nós pesquisávamos o passado. Agora estamos buscando ensinar daqui para frente”, afirmou Vinicius.

O projeto foi contemplado pelo edital do Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2023, e está sendo executado com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura e ainda com apoio do Arte na Escola, da Unesc.

Colaboração: Antonio Rozeng/Assessoria de Imprensa

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