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Depoimento e

Depoimento e tensão na CPI do Esgoto

Por Redação Engeplus

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Foto: Fotos: Daniela Niero / Câmara Criciúma

A reunião da tarde de hoje da CPI do Esgoto da Câmara de Vereadores de Criciúma foi tensa em alguns momentos. Dos quatro intimados para depor, apenas Tarcísio Guglielmi compareceu. Ele é irmão do deputado estadual Adilor Gugliemi e foi um dos subcontratados pela Artevila para realizar o trabalho de repavimentação das ruas que receberam a obra da rede de esgoto.

Acompanhado pelo seu advogado, Augusto Althoff, o depoimento de Tarcísio Gugliemi foi dividido em dois momentos. Na primeira parte, ele explicou que conhece o proprietário da Artevila, Hudson Colonetti, há muitos anos e que nunca trabalhou para a prefeitura de Criciúma, apenas para a Artevila. “Soube que a Artevila iria fazer o trabalho e eu fui conversar com o Hudson para ajudar no trabalho por conhecer ele há muito tempo”, disse Guglielmi. Ele também contou que o próprio Hudson verificava as obras. “Ele orientava em quais ruas trabalharíamos e visitava frequentemente para fiscalizar se o serviço estava sendo bem feito”, completou.

Quando pedido para repetir o nome de quem fiscalizava as obras, Guglielmi foi orientado pelo seu advogado a não responder, pois já havia citado, o que iniciou uma discussão que durou cerca de 40 minutos. Althoff solicitou, então, a retirada de um gravador que estava próximo ao depoente e orientou-o a não responder mais às perguntas. Alguns vereadores prosseguiram fazendo questionamentos, nenhum respondido pelo depoente.

Durante as diligências, também houve debate entre alguns vereadores.

Mais depoimentos – Para a tarde de amanhã estão agendados os seguintes depoimentos: o funcionário da prefeitura Nílton Spillere, os comerciantes Edmar Bitencourt dos Santos e Olívio Scariot Salvalaio, o administrador do Presídio Santa Augusta, Jovino Zanelatto, e o diretor da empreiteira A.Mendes, José de Assis Corrêa, e sua esposa, Patrícia.

Foram intimados pela segunda vez para depor os funcionários da prefeitura Dominicío Freitas, responsável pelo setor de lajotas no presídio Santa Augusta, e o fiscal Rogério Luiz Ghisi.

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