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Depois de não pagar suas casas, americanos devolvem carros

Por Redação Engeplus

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Luciano Silva da Rosa *

Os efeitos colaterais da bolha imobiliária americana, que fez com que os devedores não pagassem mais em dia ou mesmo não pagassem definitivamente seus financiamentos com os bancos, que parecia um capítulo a parte da economia americana, agora é a vez dos carros seguirem a mesma inadimplência.

Os americanos estão atrasando e até mesmo devolvendo carros para as lojas, pois consideram exorbitantes os juros e/ou não conseguem cumprir os pagamentos por insuficiência de receita.

RECESSÃO AMERICANA
Segundo Marcelo Cruz, diretor de uma empresa de carros na Flórida, mesmo depois do anuncio de corte nos juros básicos americanos em 0,25% pontos percentual esta semana, os juros americanos ainda continuam altos e as vendas, assim como, os créditos recebíveis das empresas, estão num ciclo de crise há 6 meses consecutivos.

Analistas dizem que enquanto não existir um planejamento para corte de despesas do governo americano que começam com a área militar, para que a moeda inicie um processo inverso de valorização em relação ao mercado financeiro mundial, a crise se agravará.

DÓLAR BAIXA DE R$ 1,80 E SE MANTÉM
Mesmo diante de surtos e devaneios de quem trabalha direto com comércio internacional, pois se vê diante de uma cotação em dólar numa queda sem precedentes, não há quase muito que se fazer nesta questão. Como o câmbio é livre e diante das projeções da nossa economia e da desvalorização do dólar no mercado mundial existe a tendência para que o dólar se mantenha até o fim do ano entre R$ 1,75 e R$ 1,85, que é o que está acontecendo.

COMÉRCIO EXTERIOR
Foi anunciado que o Brasil registrou em outubro um superávit comercial de 3,439 bilhões de dólares, um pouco menos que setembro quando a balança comercial brasileira teve saldo positivo de 3,471 bilhões de dólares,

As exportações no mês passado somaram 15,769 bilhões de dólares, enquanto que as importações totalizaram 12,330 bilhões de dólares.

Analistas consultados pelo Banco Central estimam superávit de 41 bilhões de dólares para 2007. Mesmo diantes da queda e mantenimento do dolar nos menores indíces em 7 anos.

GÁS NATURAL, BRASIL É RIDÍCULO NO PLANEJAMENTO
Não foi nada espantoso a declaração do presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, em entrevista direto de Londres disse que a companhia não tem como atender ao crescimento da demanda por gás natural a curto prazo e disse que vem alertando as distribuidoras desde o início da crise da Bolívia.

Como se as empresas e a indústria em geral que move esse país fossem culpada(os) pelo cresicmento do Pais, mesmo sem incentivos e com um planejamento como este exemplo da demanda do consumo de Gás Natural no Brasil. O negócio e a sugestão entrelinhas do governo me parecem que é não fomentar.

* Formado em Administração de Empresas, habilitação em Comércio Exterior, agente de Fomento Mercantil e pós-graduando em Gestão Estratégica Empresarial - lucianocriciuma@hotmail.com

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