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Detentos de Araranguá são levados para Tubarão

Deap procura unidades disponíveis para que os presos sejam reclusos

Por Redação Engeplus

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Foto: Daniela Pacheco Costa/TJSC

Na última terça-feira, dia 2, o Presídio Regional de Araranguá parou de receber presos. Depois da interdição, duas novas prisões foram realizadas no município. Conforme o delegado da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Araranguá, Jorge Giraldi, com a situação do presídio, todos os casos são repassados ao Departamento de Administração Prisional (Deap), em Florianópolis. O próprio Deap procura unidades disponíveis para que os presos sejam reclusos. Esse orgão, ficará responsável enquanto o Estado toma as devidas providências.

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“Não vamos deixar de fazer o nosso trabalho. Isso não vai reduzir nossas investigações, nem prejudicar nossos serviços”, afirma a autoridade policial. Os dois novos detentos foram levados ao Presídio Masculino de Tubarão nessa quarta-feira. Uma das prisões foi realizada em flagrante por contrabando de cigarros e a outra foi efetuada através de um mandado de prisão por furto qualificado.

De acordo com o Deap, os reclusos do Presídio Regional de Araranguá serão levados para uma ala com capacidade para 200 pessoas na Penitenciária Sul no bairro Vila Maria, em Criciúma. No entanto, essa ala é utilizada por detentos do Presídio Santa Augusta, que passou por uma rebelião em abril deste ano. Na ocasião, uma cela foi totalmente destruída e os detentos que estavam neste espaço tiveram que ser transferidos para a Penitenciária Sul para que a galeria fosse reconstruída. Ainda conforme o Deap, essas transferências irão amenizar as condições do Presídio Regional de Araranguá, porém, não há uma data para que isso aconteça.

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O decreto de interdição - O decreto no Presídio Regional de Araranguá foi dado pelo responsável da Segunda Vara Criminal do Fórum de Araranguá, Luís Felipe Canever. Desde 2011, quando Canever assumiu a corregedoria na cidade, o presídio aumenta o número de detentos dia a dia. Hoje, o presídio ultrapassou três vezes a capacidade que poderia receber. O Estado, através da Secretaria de Justiça e Cidadania, afirma que vai respeitar a decisão da justiça e ainda este ano as obras de um novo presidio devem iniciar. A unidade vai abrir 300 novas vagas.

Colaboração de Douglas Saviato, do Portal Engeplus

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