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Economia

Estados Unidos

Discurso de Trump anima mineração de carvão

Presidente norte americano enfatiza políticas em prol do setor, que poderá gerar impactos no Brasil

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

A expectativa era que ele tratasse de imigração. Mas o carvão foi mais protagonista no discurso de Donald Trump na noite desta terça-feira ao Congresso americano. “Foi positivo para nós. É a prova de que não estamos falando ao vento”, avalia o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan.

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Trump quer valorizar a mão de obra da mineração, abrindo mais vagas para os trabalhadores e oferecendo mais alternativas para os empresários do setor. “Ele pretende investir nessa área, para que a mineração de carvão volte a ser forte nos Estados Unidos”, confirma o professor André Abreu, comentarista de Assuntos Internacionais da Rádio Eldorado. “O setor da mineração está entusiasmado com as promessas do presidente”, reforça Abreu.

Nos EUA,
sinais positivos

O presidente da ABCM esteve nos Estados Unidos na semana passada, e colheu algumas das impressões transmitidas ontem no discurso de Trump. “Por enquanto, as determinações são políticas, e a mudança de postura será com o carvão, o petróleo e o gás. Nossa expectativa agora é sobre quais medidas efetivamente vão chegar ao Congresso”, comenta Zancan.

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Do ponto de vista ambiental, Trump deverá remover algumas restrições para mineração em determinadas áreas dos Estados Unidos, e vai flexibilizar medidas referentes a mudanças climáticas. “Serão, certamente, iniciativas polêmicas, que resultarão em reação dos movimentos ambientais”, sinaliza Zancan.

Expectativa de
bom impacto

Embora difícil de mensurar por enquanto, o impacto será positivo para Santa Catarina e o Brasil, na avaliação preliminar do presidente da ABCM. “O carvão volta à pauta. Visitei no Mississipi, semana passada, uma planta de carvão completamente limpa, na linha do que estamos desenvolvendo aqui. São tecnologias importantes vindo e que terão fomento com as políticas do presidente Trump”, analisa Zancan. Ele esteve, na última semana, renovando protocolos e parcerias da Satc com o maior laboratório de pesquisas fósseis do mundo, também nos Estados Unidos.

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