Eduardo Baptista convoca torcida para jogo contra o Náutico no HH: “Esses atletas precisam do torcedor”
Tigre enfrenta o Timbu neste domingo, dia 26

O técnico do Criciúma, Eduardo Baptista, voltou a convocar a torcida carvoeira para lotar o estádio Heriberto Hülse. O Tigre recebe o Náutico neste domingo, dia 26, às 16 horas, pela 20ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.
A equipe carvoeira chegou ao 14º jogo sem reveses na competição nacional, com seis vitórias consecutivas. Desta vez, o Novorizontino foi derrotado por 1 a 0, com gol de Diego Gonçalves. O duelo aconteceu na noite desta terça-feira, dia 21, e foi válido pela 19ª rodada, a última do turno. “Conquistar 39 pontos no primeiro turno é surreal na Série B, e a gente pode, com o jogo em casa, aumentar essa pontuação. E vou falar de novo: eu preciso do torcedor, esses atletas precisam do torcedor no domingo. Quem ainda não é sócio, que se associe e quem está com a mensalidade atrasada, faça um carnezinho. A gente precisa encher o estádio, porque é pouco tempo de recuperação, é uma viagem dura, e nós vamos precisar dessa energia para que possamos, se Deus quiser, conquistar mais uma vitória e iniciar nossa caminhada no segundo turno”, frisou.
Apesar de ter iniciado a Série B com troca de pontos e quatro empates consecutivos, Baptista garantiu que não houve uma virada de chave, mas sim convicção no trabalho. Agora, no segundo turno, o Criciúma terá mais jogos no Majestoso.
“Esses jogos fora de casa, essa primeira sequência nossa, foi fundamental. Me perguntaram outro dia sobre uma virada de chave, e eu falei que não houve virada de chave, porque essa pontuação inicial fez com que a gente ganhasse força. Talvez a gente não tivesse um número maior de vitórias, mas também não perdia. A gente ganhou corpo nesse momento”, afirmou.
Para o técnico, a torcida carvoeira será fundamental para empurrar a equipe na Série B. “O torcedor é fundamental para empurrar os jogadores, porque, se a gente falar em acesso, ele vai passar pelo Majestoso. Então, é importante que a gente saiba disso. Não é porque temos mais jogos em casa que as coisas vão ser mais fáceis”, finalizou.


































