Fazer oposição
Em debate, a postura do PMDB no governo Clésio
Para ex-deputado, vereadores foram eleitos para contrapor a futura gestão
Por Redação Engeplus
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O secretário geral do PMDB de Criciúma, ex-deputado Vânio de Oliveira, levou ao presidente do partido na cidade, deputado Luiz Fernando Vampiro Cardoso, a preocupação com o alinhamento da bancada peemedebista na Câmara, a partir de 2017, em relação ao prefeito Clésio Salvaro (PSDB).
“O povo elegeu o PMDB para ser oposição. Saíram notícias de que estavam conversando, se alinhando com o Clésio, e isso me preocupa”, afirmou Oliveira. Ele comentou, porém, que recebeu do vereador reeleito Paulo Ferrarezi a garantia de que o PMDB vai fazer “oposição responsável” no Legislativo.
“O partido não pode ir a reboque do prefeito por causa da votação dele na eleição”, pontuou o secretário geral. “Nós temos um projeto para 2020 e, se nos entregarmos por vantagens administrativas, nós perderemos a oportunidade de alavancar lideranças de base”, analisou. Oliveira ponderou, ainda, que o alinhamento do PMDB no mandato anterior de Clésio isolou o partido. “O PMDB de Criciúma não é esse resultado das urnas aí. É maior. É que está faltando estratégia, trabalho, e nós vamos fazer isso”, concluiu.
O PMDB na Câmara terá, a partir de 2017, os vereadores Paulo Ferrarezi, Tita Beloli, Toninho da Imbralit e Ademir Honorato.



