Empresas de
Empresas de remessa em crise nos EUA
Por Redação Engeplus
4 min de leitura
Luciano Silva da Rosa *
Se depender dos brasileiros que residem nos Estados Unidos, as empresas de remessa de dinheiro continuarão passando por grandes e maiores dificuldades. Uma remessa feita de dinheiro entre Estados Unidos e Brasil que costumava levar 24 horas, está levando três ou mais dias. Isso se deve ao fato das empresas que remetem o dinheiro não possuírem mais margem de especulação do dólar, logo, as quantidades de remessas que eram feitas aos milhares/dia, estão sendo reduzidas acentuadamente nos últimos meses.
REMESSA LEGAL, SEGURA E MAIS UTILIZADA
Obviamente as remessas on-line continuam sendo efetuadas através de bancos como: Banco do Brasil e Banco Central, entre outros. Essas remessas são realiadas através de convênios com empresas americanas como: Vigo e Western Union que trabalham com transferências de dinheiro entre cidades americanas e países.
INFLAÇÃO DE 0,26 % DE JUNHO - O QUE MUDA PARA NÓS?
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) de junho mostra uma subida de 0,26%, se comparada a 0,16% de maio, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A taxa ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro, principalmente dos governantes que esperavam um resultado entre 0,18% a 0,34%, pois a expectativa criada era em torno de (0,28%).
INFLAÇÃO II
Ao comentar os dados do mês de junho, a FGV também revelou a análise de alguns preços por produtos. Podemos verificar que em junho, as altas de preço mais expressivas, no atacado, foram registradas em leite in natura (6,89%); soja em grão (2,44%); e ovos (13,26%). Já as mais expressivas quedas de preço, no atacado em junho, foram registradas nos preços de cana-de-açúcar (-9,99%); álcool etílico hidratado (-9,70%) e laranja (-16,17%).
IMPACTOS NO BOLSO
Parece grotesco, mas, ao mesmo tempo, necessário que todos nós entendamos um pouco mais de finanças e economia em geral.
Os índices de inflação, deflação, diminuição de taxa CELIC entre outros são fatos recentes em nossa economia. Em relação aos percentuais financeiros e como vivíamos durante muitos anos com taxas e índices econômicos altíssimos, é necessário um entendimento de que o impacto direto desses índices no bolso do brasileiro é verdadeiro, gradativo, porém muito lento.
Lentidão, ou impressão de lentidão, essa por nossa cultura imediatista que não nos possibilita visualizar cenários em longo prazo, pois até um passado recente, de 10 anos, na economia não tínhamos nenhuma projeção de sucesso ou não para os projetos econômicos dos governos que passaram.
DÓLAR NÃO VAI PARAR DE CAIR
Analisar os cenários financeiros ligados ao dólar é um pouco complicado, mas aos poucos as pessoas estão entendendo que o dólar não parará de cair, assim como as bolsas crescerão e a economia brasileira cresce (mesmo que às vezes imperceptivelmente).
O dólar não pára de cair, pois basicamente se fixa em dois pontos: 1º economia dos países, 2ª especulação mundial e nacional. Como estes dois pontos estão opostamente se materializando dia-a-dia o dólar deve baixar um pouco mais.
DÓLAR II
Não se especula mais acerca de dólar, possíveis crises momentâneas, etc. com isso a cotação que obedece ao sistema de “câmbio livre”, esta pura e simplesmente mostrando a realidade brasileira, que do ponto de vista econômico, anda em crescimento. Logicamente, não podemos falar de politicagem e investimentos na indústria ou nos países, mas... isso são outros 500.
TELEFÔNICA ESPANHOLA TENTA COMPRAR A VIVO
Os rumores sobre uma suposta proposta de compra com controle da operadora VIVO continuam. O jornal Financial Times disse na terça-feira, 10/07, que a operadora espanhola vai oferecer € 3 bilhões (o equivalente a R$ 8,13 bi) pelo controle total da Vivo. O Presidente da Vivo já se antecipou, informando que a VIVO não vende e sim compra o controle de empresas.
PERO VAZ DE CAMINHA NUNCA ERROU
É fato que quando Pero Vaz de Caminha em estado sublime de sabedoria e felicidade escreveu que “Águas são muitas; infinitas. Em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo; por causa das águas que tem” (01/05/1500) e a cada dia nossa economia demonstrava a verdade que se perpetua. Para os maiores estudiosos economistas, empolgados ou não com números, todos são unânimes em afirmar e endossar que nosso país só não quebrou, em alguns momentos, pois produz tudo e de qualquer jeito. Batemos todos os recordes de exportação de grãos, ano a ano, e mesmo com incentivos infames nos setores da indústria e agricultura continuamos a crescer.
* Formado em Administração de Empresas com habilitação em Comércio Exterior, agente de Fomento Mercantil e pós-graduando em Gestão Estratégica Empresarial - lucianocriciuma@hotmail.com
