Enfermagem da Unesc realiza 14ª edição do simulado de atendimento pré-hospitalar
Atividade faz parte da matriz curricular da 6ª fase do curso
Por Marcelo De Bona - marcelodebona@engeplus.com.br
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Após quatro dias de muito aprendizado, o curso de Enfermagem da Unesc finalizou na noite dessa sexta-feira, dia 14, a 14ª edição do simulado de Atendimento Pré-Hospitalar (APH). A atividade faz parte da matriz curricular da 6ª fase do curso e tem como objetivo preparar o acadêmico para a assistência de urgência e emergência pré-hospitalar.
“A disciplina de APH foi implantada no segundo semestre de 2016, sob a metodologia ativa de simulação realística. O que aproxima a teoria da prática e capacita os acadêmicos diretamente para a atuação nos cenários de prática”, explica a professora e enfermeira Mariana Freitas Comin.
De acordo com a aluna da 6ª fase de Enfermagem, Thainá Fortunato, o simulado traz um grande aprendizado, em razão de proporcionar a prática da atividade da futura profissão. “Estava bem ansiosa por esse momento. Desde o começo da graduação existe a preparação. A expectativa era bem alta. Foi uma experiência nova e com toda a adrenalina do simulado. Deu tudo certo, coloquei em prática o que foi aprendido na sala de aula. Ainda não atuo na área, mas já me senti quase uma enfermeira”, destaca Thainá.
A professora do curso de Enfermagem, Chayenne Ricken, também reforça a importância do simulado na preparação para o mercado de trabalho. “A simulação realística do APH já é tradição no curso de Enfermagem da Unesc. Aqui prezamos pelo aprendizado aliado a situações reais, para que o acadêmico seja preparado para o campo de trabalho onde atuará. A simulação é uma das metodologias ativas que usamos no curso, onde firmamos a experiência como um dos pilares da graduação. Prezamos pela formação de profissionais preparados para o mercado de trabalho e que fazem a diferença nos diferentes campos”, ressalta Chayenne.
Paciente assídua do simulado prestes a virar socorrista
A aluna da 4ª fase de Enfermagem da Unesc, Endrielen Martins Rodrigues, atua no simulado de APH desde quando estava na primeira fase do curso. Nessa semana, mais uma vez ela atuou como uma das pacientes das mais diversas situações de atendimento pré-hospitalar simuladas no campus da universidade, como: infarto, derrame, obstrução pulmonar, queimaduras, choque elétrico, agressão física, politrauma e trauma raquimedular.
“Me sinto muito bem no simulado. No atendimento, os socorristas dão o seu melhor, tanto os acadêmicos da 6ª fase quanto os professores passam uma segurança muito boa para as vitimas. Realmente, eu amo ser vítima. Consigo ajudar eles nas simulações e com isso aprender muitas coisas que vão ser essenciais lá na frente na minha formação. A APH é muito legal e muito interessante. Todos acadêmicos deveriam participar uma vez na vida pra saber como é”, garante Endrielen.
No simulado de APH do próximo ano, quando estiver na 6ª fase, Endrielen deixará de atuar como paciente e estará do outro lado, como socorrista. “A expectativa é alta. Espero que dê tudo certo. Mesmo ainda não cursando a disciplina, já aprendi muita coisa sendo vítima. Sei que lá na frente vai me ajudar bastante e que nunca vou esquecer. Quero que as pessoas que forem minhas vítimas sintam a mesma segurança que eu sinto, quando os acadêmicos me atendem”.
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