Sem pavimentação
Enquanto buraco não é coberto, pé de milho nasce dentro
Problema surgiu após manutenção em um cano subterrâneo, às margens de rua na Linha Batista
Por Redação Engeplus
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Uma situação atípica chama atenção e preocupa os moradores da rua Alfredo Schaukoski, no bairro Linha Batista, em Criciúma. Um matagal nasce às margens da rua depois da manutenção em um cano subterrâneo. Segundo o morador do bairro Anselmo Antunes do Livramento, que mora no local há dez anos, o problema se arrasta há meses. “No ano passado acionamos a Casan para fazer a manutenção de um cano que havia estourado. O problema foi reparado, porém, as lajotas não foram recolocadas. O resultado é o matagal que se formou. Até um pé de milho cresce no local”, frisa Antunes.
De acordo com o morador Amarildo de Souza Silva, os caminhões que passam pela rua contribuíram para a rachadura do cano. “Nessa região há caminhões que fazem carregamento de areia. Os motoristas são proibidos de passar pelas ruas, eles devem fazer um desvio em uma localidade mais isolada, mas muitos deles desrespeitam as placas que sinalizam esta proibição”, comenta.
Antunes ressalta que a Casan já foi acionada para reparar o problema, mas, até o momento, nenhum profissional apareceu no local. O superintendente da Casan, Alessandro Rabelo, explica que a repavimentação é de responsabilidade da prefeitura de Criciúma. “Vamos até o local, efetuamos o conserto, tapamos o buraco e deixamos a lajota para a prefeitura recolocar”, frisa.
De acordo com Rabelo, após a conclusão do conserto é feito uma ordem de serviço de pavimentação e entregue protocolado na secretaria de Infraestrutura, Planejamento e Mobilidade Urbana de Criciúma. “Temos um convênio de R$ 600 mil ao ano com a prefeitura de Criciúma. Este valor é repassado todos os meses para a secretaria, que utiliza estes recursos para fazer a repavimentação”.
Conforme o secretário de Infraestrutura, Planejamento e Mobilidade Urbana de Criciúma, André de Luca, atualmente, duas equipes executam o trabalho de repavimentação. Cada equipe possui quatro profissionais. “Em março iremos colocar outra equipe nas ruas para darmos conta da demanda”, garante. Ao todo, segundo o secretário, existem entre 100 e 150 protocolos na prefeitura de Criciúma deixados pela Casan. “Em um período de um mês e meio queremos colocar essa demanda em dia”, planeja.



