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Frio esquenta as vendas de inverno em Criciúma

Chegada das baixas temperaturas movimenta as lojas de roupas

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Mariana Noronha

Depois de algumas semanas com tempo quente, nesta semana as temperaturas tiveram uma queda significativa, mostrando que o inverno chegou. Com isso, as vendas no comércio do setor vestuário criciumense aumentaram, como esperavam os lojistas. Segundo o vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Henrique Vargas, ainda não há mensuração das vendas, mas a expectativa é de crescimento. "Como está mais frio, percebemos que os lojistas estão mais animados em relação ao ano passado", diz.

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De acordo com a gerente Cristina Biz, da loja Cativa Store, a procura por roupas quentes e mais pesadas está maior na última semana. No entanto, conforme ela, a loja não apostou nesse segmento, porque no ano passado muitas peças de roupa acabaram não sendo vendidas pelo fato de o inverno não ter sido tão forte. "Esse ano nós não iremos trabalhar com o alto inverno, e sim somente com roupas de outono, justamente por isso", aponta.

Ainda assim, as peças mais vendidas da loja são jaquetas de couro, calças de montaria e casacos de tricô. "Mesmo ainda não termos alcançado as nossas metas, as vendas deste ano estão melhor que 2014. Já sentimos um acréscimo de aproximadamente 20%", conta Cristina.

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Já na loja Inquieta Moda Feminina, segundo a gerente Luana Amboni, comparadas ao ano passado, as vendas ainda estão baixas. E para incentivar o cliente, a loja já realiza promoções. "Estamos com um desconto de 20% à vista desde o Dia das Mães. Quando se tem desconto as pessoas se motivam a comprar", diz. Entretanto, a chegada do frio nessa semana aumentou as expectativas. "Nós vendemos muita modinha, estamos vendendo muito blazer, moletons e calças flare. A procura aumentou mesmo neste mês", afirma.

Compras somente à vista - Motivados pela crise ou não, segundo a gerente Cristina Biz, percebe-se que neste ano os clientes estão procurando evitar as dívidas. Segundo a comerciante, a maioria procura comprar à vista ou no débito automático. "Aqueles que compram no crédito parcelam em no máximo duas vezes", comenta.

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