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Greve na Saúde

Hospital da Unimed pode aderir à greve nesta sexta-feira

Negociação com sindicato patronal também pode ocorrer nessa quinta-feira

Por Redação Engeplus

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Foto: Karol Carvalho/Rádio Eldorado

A greve dos trabalhadores da saúde continua na região. Na terça-feira, cerca de 70% dos serviços foram paralisados no Hospital São José, de Criciúma, e no Hospital Regional de Araranguá. Nessa quarta-feira, o Hospital São João Batista, de Criciúma, também teve 70% das atividades comprometidas. Já nesta quinta-feira, o Hospital da Unimed, instalado no bairro Próspera, também iria aderir à greve, no entanto, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde), Cléber Cândido, por causa de uma possível negociação nesta quinta-feira, a paralisação foi temporariamente cancelada.

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“A direção do Hospital São José nos chamou para estabelecer uma conversa, mas, até o momento, não fomos chamados. Caso a negociação não aconteça, o Hospital da Unimed sofrerá as consequências da greve também”, comenta o presidente do sindicato.

Alguns atendimentos nos hospitais onde os colaboradores aderiram à greve não sofrem alterações. Na Unidade Intensiva de Saúde (UTI), 100% dos trabalhadores estão atuando, assim como na sala de emergência. Já no pronto-socorro, 50% dos funcionários estão parados. Os profissionais pleiteiam 12% de aumento salarial, sendo que a categoria patronal ofereceu 2,42% de reajuste, que foi recusado pelos trabalhadores. Atualmente, o piso salarial é estabelecido em R$ 730. A estimativa é que o piso seja reajustado para R$ 1 mil.

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A categoria também reivindica a redução de jornada de trabalho, folga, vale-alimentação e o fim de banco de horas. A última greve no setor na região foi há 22 anos, em 1991. A paralisação aconteceu no São José e se estendeu por 15 dias.

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