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Morte

Líder do PCB de Criciúma na defesa de Fidel Castro

Ex-presidente cubano faleceu neste sábado. Marlene Soccas cita popularidade dele

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

A morte do ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, é a perda de um líder para muitos, e de um ditador sanguinário para outros. As manifestações de pesar vão desde “está morto”, como postou o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, no microblog Twitter, até “foi um líder de convicções”, conforme considerou o presidente do Brasil, Michel Temer.

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Em Criciúma, a odontóloga Marlene Soccas, filiada ao Partido Comunista Brasileiro, fez questão de lembrar o amor do povo de Cuba a Fidel. “Poucos homens na história receberam uma demonstração de amor de seu povo como ele. Essa é a maior defesa de Fidel Castro contra toda a maledicência disseminada contra ele”, argumentou. Ela usou, em redes sociais, imagens do ex-presidente diante de grandes públicos para reforçar que “pouquíssimos homens se sentiriam tão seguros ao enfrentar essa multidão e não ser por ela engolidos, se fossem culpados por qualquer crime contra seu próprio povo”.

O corpo de Fidel Castro, morto na madrugada deste sábado aos 90 anos em Havana, será cremado ainda hoje. O presidente Raúl Castro decretou nove dias de luto oficial no país.

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