Linha Batista,
Linha Batista, do campo à cidade
Por Redação Engeplus
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Agricultura ontem, indústria, comércio, serviços e núcleos residenciais em breve. O perfil sócio-econômico da comunidade de Linha Batista, limite de Criciúma com Morro da Fumaça, vive a ebulição típica da transição entre campo e cidade. A transformação ganha formas, para não dizer paredes, por conta do megaprojeto imobiliário da Criciúma Construções.
Cerca de 60 hectares devem abrigar nos próximos quatro anos 30 empresas e três loteamentos residenciais. “No sul do estado, não há nada que se compare em termos de iniciativa privada”, garante o empresário Rogério Cizeski. “Estamos preservando áreas verdes e levando desenvolvimento a uma região que logo será o principal polo econômico de Criciúma.”
Com previsão de abrigar até 50 empresas e gerar 2.500 empregos diretos, o empreendimento às margens do Anel Viário entre a SC-446 (São Simão) e a SC-443 (Presidente Vargas) resguarda o viés comunitário. “As três áreas residenciais com padrões diferenciados visam assegurar moradias próximas aos locais de trabalho”, explica Cizeski.
Duas grandes indústrias, uma delas a Plasson, de capital israelense e destinada à fabricação de equipamentos para a avicultura, já se instalam no projeto imobiliário. “Somente estas duas empresas já garantirão a oferta de 300 novos empregos diretos”, comenta o empresário.
(Fotos/colaboração: Kiko Della Giustina)



