Crédito
Linhas de crédito configuram forma de garantir liquidez no fim de ano
Facilidades atraem quem deseja ficar em dia com as contas
Por Redação Engeplus
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A reta final do ano culminada no início de um novo ciclo acompanha uma série de comemorações e compromissos que promovem uma elevação das despesas de pessoas e empresas. Para suportar a carga extra de gastos com lazer, festas, presentes e compromissos, como o 13º salário de empregados e os impostos do primeiro trimestre de 2017, a Unicred Sul Catarinense disponibiliza duas linhas de crédito para que preocupações não atrapalhem esse período.
Os produtos tradicionais na cooperativa trazem como atrativo uma taxa de juros competitiva de 1,95% e 1,97% ao mês nas linhas de crédito Natal e 13º salário, respectivamente. A primeira opção pode ser utilizada por empresas e pessoas físicas, enquanto a específica de 13º se destina a pessoas jurídicas no pagamento deste direito trabalhista, explica o assessor de negócios da Unicred Sul Catarinense, Otávio Feltrin.
“Outras vantagens são o parcelamento em até 12 vezes e a carência de 60 dias (após a data da liberação do crédito) para o pagamento da primeira parcela”, aponta. A possibilidade de crédito 13º salário oferecida pela cooperativa visa agregar liquidez às empresas em uma época de baixa em muitos setores.
A linha de crédito Natal traz às pessoas e empresas cooperadas uma segurança maior para passar com tranquilidade o período de gastos com festas, presentes, viagens, visitas, entre tantas situações. “Na possibilidade de pagar à vista, a maioria das lojas oferece pelo menos 5% de desconto, o que representa mais o que o dobro da taxa de juros a ser paga depois”, pontua o assessor de negócios.
Requisitos e mais benefícios - Para ambas as linhas de crédito específicas de fim de ano, o cooperado precisa estar em dia nos compromissos com a cooperativa. Na linha 13º salário, a empresa precisa apresentar a guia do GFIP. “O cliente que contratar esse produto tem maior participação nas sobras de final de ano da cooperativa, ou seja, parte dos juros ainda é devolvida a ele”, observa Feltrin.
Colaboração: João Pedro Alves/Alfa Comunicação Empresarial



