Luza volta
Luza volta a apostar nos condomínios horizontais
Por Redação Engeplus
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O jargão jornalístico é antigo, mas vale ser ressuscitado: tudo começou em 1991, quando a Luza Construções lançou o Lagoa Dourada, na comunidade de Primeira Linha.
Depois disso, a novidade dos condomínios horizontais andou em baixa. Ressurgiria em 2003, com o glamour da bucólica paisagem do Santa Clara Residence Village, na comunidade de São Simão, bela sacada do empresário Álvaro Arns.
Agora, volta a conquistar corações urbanos, interessados em guardar distância dos espigões, mas nem tanto assim do centro da cidade. A opção visa a uma reaproximação com a natureza.
O condomínio Reserva Três Ribeirões, lançado no mês passado pela Luza, oferece tudo que os congêneres trouxeram, mas pela metade do custo do combustível: 3 km da zona central contra 6 dos outros dois.
"Houve muito ceticismo, de início, em relação às vantagens de se morar fora da área urbana", observa a engenheira Mônica Daré, responsável pela execução do projeto na comunidade de Três Ribeirões. "Mas agregar conforto e segurança a um contato permanente com a natureza é uma tendência que começa a despontar por aqui."
O ar de novidade na iniciativa é eminentemente local. "Nos grandes centros, a escolha por locais retirados da agitação das cidades evolui desde a década passada", lembra ela. "Por isso ressaltamos que o nosso projeto não é mais um empreendimento imobiliário, mas um novo conceito de vida", qualifica.
Na área de 11 hectares, localizada entre a Próspera e a Primeira Linha, 115 lotes foram colocados no mercado imobiliário. O valor médio é de R$ 80 mil. O nome Reserva não é tem nada de eufemístico. O local tem mesmo um charme campestre.
"A maior parte da flora é remanescente da Mata Atlântica, segundo atestaram biólogos da Unesc", revela Mônica. "Tanto que optamos por preservar 20 mil m2 de mata nativa, o que equivale a 20% da área total."



