Machu Picchu, uma viagem ao ´mundo central´
Na montanha, a proximidade com os astros, com o sol, a lua, as estrelas
Por Redação
Em
ESPECIAL / Gabriela Pain
Rumo a Machu Picchu, pegamos o trem na estação de Ollantaytambo para Aguas Calientes. Foi uma viagem de cerca de duas horas entre o Vale Andino e o Rio Urubamba. Aguas Calientes é uma vilarejo de passagem obrigatória para quem vai a Machu Picchu uma vez que a cidade foi construída no alto das montanhas.
Aguas calientes

Aguas calientes

A montanha tem um simbolismo sagrado para muitas culturas. Ascender a montanha significa uma viagem ao “mundo central”, o processo de busca do homem pela iluminação. Na montanha, estamos mais próximos dos astros, do sol, da lua, das estrelas.

Chegou o dia tão esperado! Conhecer as montanhas! Tivemos o privilégio de visitar Machu Picchu exatamente no dia do Equinócio da Primavera. A subida de ônibus leva menos de 30 minutos e o horário de abertura do parque é às 6 da manhã.









Espelhos de agua

Cruz andina: um símbolo da simetria divina e equilíbrio. Também indica as quatro estações e os tempos de plantio e colheita.

Voltando para Cusco, a sensação de energia recarregada. No dia seguinte faríamos nosso último passeio à Montanha do Arco-íris ou Vinicunca. A viagem de Cusco até a subida da montanha levou quatro horas de carro e outras três de subida a pé e a cavalo. Vinicunca está localizada mais ou menos a 5 mil metros de altitude.





Depois de conhecer tantos lugares e um pouquinho da cultura desse povo que parecia viver conectado com a Mãe Natureza, encerramos nossa viagem. Foi, sem dúvida, uma aventura guiada pela sincronicidade.
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