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Mais empregos

Mais empregos na região de Criciúma

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto: Decom Criciúma / Arquivo Engeplus

Mão-de-obra jovem, com qualificação e remuneração de até dois salários mínimos. Essas foram as características da maior parte das contratações na região de Criciúma em 2011, segundo dados do Ipese (Instituto de Pesquisa Socioeconômica Aplicada), da Unesc. Exclusivamente em Criciúma, no ano passado, o saldo de empregos (número de vagas criadas, reduzido do número de vagas fechadas) foi de 2.503, sendo que foram geradas 4.508 vagas de até dois salários e acima disso. Em todas as faixas salariais houve saldo negativo de emprego.

De acordo com o gerente do Ipese, Murialdo Gastaldon, o número deve-se ao desenvolvimento do Brasil. “A juventude aqui tem disponibilidade de emprego, diferente da Europa, onde o desemprego do público jovem em alguns países chega a 40%, mas o problema é que os salários são baixos”, comentou ele.

Para o gerente do Ipese, a região de Criciúma possui uma organização industrial mais baseada em atividades de média baixa e baixa intensidade tecnológica, com reflexos no faturamento e salário. “A questão de emprego melhorou, mas ainda temos muitos desempregados. Não vivemos um simples apagão (quando as empresas procuram mão-de-obra e não acham)”, destacou Gastaldon

Empregos - Criciúma tem 62.153 empregos formais (dados de janeiro de 2012). Isso representa um aumento de 4,2% em relação a dezembro de 2010. “É um nível bom de formalização, inclusive, mais elevado que o nível nacional”, afirmou o gerente.

O Ipese disponibiliza dados econômicos de mercado de trabalho e comércio internacional em sua página na internet. Os números são retirados do Ministério do Trabalho e Emprego. Confira no site.

Colaboração: Davi Carrer / Comunicação Unesc

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