Engeplus
Economia

Paralisação

Metalúrgicos rejeitam 10,31% e sinalizam possível greve

Se até sexta-feira empresários não apresentarem um novo número, a greve inicia às zero hora de segunda-feira, dia 10

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

Compartilhar:
Foto: Divulgação

A proposta de 10,31% de aumento geral, sendo 9,31% do INPC do período e 1% de ganho real, mais 20% no abono do Sindicato Patronal Sindmaq não foi suficiente para evitar a paralisação dos trabalhadores metalúrgicos da Região. Em votação secreta, na terceira assembleia realizada nesta quarta-feira, dia 5, no Sindicato em Criciúma, 77 aprovaram o percentual e 113 rejeitaram o índice.

Publicidade

“Nós avaliamos como uma proposta boa, mas o trabalhador achou que merece mais e temos que respeitar a decisão deles”, pontuou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Criciúma e Região (Sinmetal), Francisco Pedro dos Santos, o Chico. Conforme o sindicalista se até sexta-feira, dia 7, os empresários não apresentarem um novo número, a greve inicia às zero hora de segunda-feira, dia 10.

Na última assembleia realizada dia 29 de julho o Sindicato Patronal não havia sinalizado nenhuma proposta. A categoria reivindica 15% geral e abono de R$ 800. A data-base da Convenção Coletiva da categoria é 1º de julho. São 1,4 mil trabalhadores atuando em metalúrgicas distribuídas em 29 municípios da Região. As maiores empresas estão localizadas em Criciúma, Araranguá e Cocal do Sul com destaque para CMC em Cocal do Sul, Pagé em Araranguá e a Industrial Conventos em Criciúma.

Publicidade

Colaboração: Maristela Benedet/ Assessoria de Imprensa

Compartilhar:
Leia a seguirConta de luz 3,63% mais cara a partir desta semana
Publicidade