Movimento das
Movimento das academias de ginástica cai durante o Inverno
Por Redação Engeplus
2 min de leitura

Quando o Inverno chega, o movimento de alunos das academias de malhação cai de maneira drástica e a renda destes locais precisa de atenção especial. Para quem malha, a preguiça e a falta de vontade são os maiores inimigos. Lucas Pereira, dono de uma academia no Centro de Criciúma, afirma que durante os meses de junho, julho e agosto é necessário fazer outros trabalhos para complementar a renda. “Temos uma média de 90 alunos, e nos meses em que o frio aparece esse número cai para cerca de 60. No ano passado, coloquei uma promoção em sites de compras coletivas e deu certo. Talvez eu faça isso neste ano de novo”, afirma.
Em outra na área central também o movimento é constante durante todo o ano. Mas de acordo com um dos proprietários, Joselito Alves Batista, até cinco anos atrás eles precisavam fechar as portas durante o pico do Inverno e o pico do Verão. “Durante o Verão as pessoas iam viajar e esqueciam a academia. No Inverno o movimento também diminuía. Talvez por conta da mudança de cultura da cidade, com mais pessoas de fora vindo para estudar aqui, as coisas tenham tomado um rumo melhor. Mesmo assim, precisamos sempre incentivar o aluno a malhar. Muitos deles ficam na academia por um mês e desistem”, explicou.
A advogada Juliana Bombana, de 28 anos, é uma das que não pensam em desistir da academia por causa do frio. “Eu estou muito feliz por malhar e, no momento, os ganhos que a academia me proporciona são muito maiores do que a preguiça de ir até ela”, afirmou.



