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Segurança

"Caso Marielle"

Movimentos sociais organizam manifestação pelos direitos das mulheres

Ação acontece na Praça Nereu Ramos e será em homenagem à vereadora assassinada no RJ

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

O Movimento Sindical Sul Catarinense e movimentos sociais de Criciúma realizam na tarde desta segunda-feira, dia 19, uma manifestação na Praça Nereu Ramos. A ação acontece às 17h em homenagem à vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, e do motorista Anderson Pedro Gomes, executados a tiros na noite da última quarta-feira, dia 14, no Rio de Janeiro.

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De acordo com a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Criciúma (Siserp), Jucélia Vargas, o crime no Rio de Janeiro ilustra problemas que são enfrentados em todo o país. "Estamos lutando contra a redução dos direitos das mulheres e o assassinato vem para impor um certo medo. Não podemos ter medo de lutar por um mundo melhor e uma sociedade mais justa", afirma.

De acordo com ela, ainda não há uma expectativa de quantas pessoas devem participar do ato. "Somos uma região de muitas mulheres que estão à frente de movimentos e vamos estar na praça conversando com as pessoas. Todos que se sentirem indignados podem vir", convida.

Ato Câmara de Vereadores

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Nesta terça-feira, a ONG Movimento Mulheres Negras de Criciúma estará na Câmara de Vereadores para abordar o mês da mulher. A presença da ONG já estava agendada e o assassinato da vereadora carioca também será pauta. "Vamos abordar o protagonismo das mulheres negras na sociedade atual. É preciso trazer este assunto para Criciúma acordar e perceber que as mulheres têm espaço e estão fazendo história na cidade", afirma Maria Estela Costa, presidente da ONG e também do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres.

Hoje, a ONG, que conta com aproximadamente 20 mulheres, também estará presente na manifestação. "Enquanto Conselho não podemos nos calar. E quando falo de mulher, falo de brancas, índias, negras e de todas as classes. A Marielle era uma mulher e a cor não importa. Ela foi brutalmente assassinada e a mulher é a nossa bandeira de luta", pondera Maria Estela.

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