Criciúma
MPT repassa verba para programa municipal antidrogas
Recurso de mais de R$ 80 mil ampliará abrangência do Promude nas escolas de Criciúma
Por Redação Engeplus
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O Ministério Público do Trabalho (MPT) de Criciúma liberou à Administração Municipal mais de R$ 80 mil para ser investidos no Programa Municipal de Educação sobre Drogas nas Escolas (Promude), da Secretaria de Educação. O recurso será utilizado na reformulação da cartilha e ampliação do projeto para a Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental da rede pública municipal. O repasse foi feito na manhã desta sexta-feira, dia 25, na sede da Procuradoria Regional do Trabalho, onde também está sediada a Secretaria Municipal de Educação.
Segundo a secretária da pasta, Rose Reynaud, a iniciativa do Ministério do Trabalho vai proporcionar que toda a rede receba orientações sobre os malefícios causados pelas drogas. “Conseguimos fazer esse programa andar. Essa verba doada pelo Ministério vai nos ajudar muito no desenvolvimento das ações planejadas. Temos mais de dois mil alunos participando do programa, que visa conscientizar sobre os problemas causados pelo uso de entorpecentes. Nossas crianças, adolescentes e jovens precisam do nosso apoio. Obrigada, em nome da Secretaria de Educação, ao Ministério do Trabalho, por nos ajudar nesta luta”, relata Rose.
Atualmente, o programa atende adolescentes das séries finais do Ensino Fundamental de 22 escolas da rede. O Promude é baseado no programa da Fundação para um Mundo sem Drogas, que atua em cerca de 120 países há mais de 20 anos, visando dar enfoque ao tema de forma inteligente, responsável e cientificamente embasado. O trabalho é realizado pela coordenadora pedagógica da Educação, Luciana Milioli, e pelo presidente do Conselho Municipal de Políticas Públicas sobre Drogas (Comad) e psicólogo, Manoel Rozeng.
De acordo com o procurador do Trabalho, Luciano Lima Leivas, a intenção é colaborar para o combate de forma direta, sendo que a melhor forma é essa que a Secretaria está realizando, indo ao encontro das crianças e adolescentes, que são as maiores vítimas. “Fiquei muito feliz em poder ajudar a Secretaria nesta ação de extrema importância. Muitas vezes temos interesse em ajudar, mas precisamos de um projeto sacramentado como este. Tenho que agradecer ao magistrado por liberar esses recursos para essa causa nobre. Esse é um fruto muito significativo. Sempre que a Educação tiver um programa estruturado estaremos à disposição para ajudar”, destaca Leivas.
(Colaboração / Texto: Bruna Borges/ Secom)



