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Série B

Nada de desespero no Criciúma, defende Winck

Por Redação Engeplus

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Foto: Arquivo Engeplus

O Criciúma precisa de calma. “Não é hora de desespero”. Assim o técnico Luiz Carlos Winck define o momento do Tigre, lanterna do Campeonato Brasileiro da Série B com um ponto em cinco rodadas. “Temos que ter mais ambição na busca do gol”, reconhece.

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Para Winck, o Criciúma fez um bom primeiro tempo na derrota desta terça, 1 a 0 para o Juventude no estádio Alfredo Jaconi. O time gaúcho é, agora, o novo líder da competição. “Não vamos mudar tudo da noite para o dia. Melhorou o ânimo e a aplicação, neutralizamos o Juventude, tivemos um primeiro tempo melhor”, avalia.

O treinador surpreendeu ao escalar o time para o jogo, sacando Marlon da lateral esquerda e escalando Diego Giaretta. “Ele foi bem, marcou muito e não comprometeu, a opção foi tática”, destaca. “Fizemos isso para melhorar a bola aérea mas acabamos perdendo justamente assim. Foi uma pena”, emenda Winck.

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Indagado sobre as dificuldades do atacante Zé Roberto, o técnico defendeu que “ele não é de área, ele gosta de flutuar e de sair da área”. “Precisamos melhorar da intermediária para dentro”, pondera. Quando tirou Alex Maranhão, Winck passou Caio Rangel para a função no meio. “O Caio era meia, fez toda a base no Flamengo nesta posição”, considera.

Winck aposta no fator local para tentar a reação. “É um novo recomeço. O torcedor tem que continuar acreditando, mas vai ser preciso paciência e persistência”, enaltece o treinador que, ao fim do jogo, transmitiu uma mensagem de incentivo ao elenco no vestiário. “Mantenham a cabeça em pé”, conta. “O próximo jogo é fundamental. Temos que começar a pontuar em casa. Esse é o nosso problema maior, as duas derrotas em casa. Precisamos recuperar essa confiança em casa”, conclui.

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